Conheça a pós-graduação ideal para sua carreira criativa!

seg, 27 abril 2026 11:39

Conheça a pós-graduação ideal para sua carreira criativa!

Em expansão no país, as carreiras criativas refletem uma nova lógica de mercado, em que cultura, tecnologia e inovação se conectam e exigem profissionais preparados para transformar ideias em soluções estratégicas. A Pós-Unifor oferece diversas formações conectadas às demandas atuais de cada área.


Com crescimento consistente no Brasil, a economia criativa amplia oportunidades e reposiciona a criatividade como competência estratégica em diferentes áreas, demandando formação qualificada e visão inovadora (Foto: Getty Images / Arte: Luiz Gonzaga)
Com crescimento consistente no Brasil, a economia criativa amplia oportunidades e reposiciona a criatividade como competência estratégica em diferentes áreas, demandando formação qualificada e visão inovadora (Foto: Getty Images / Arte: Luiz Gonzaga)

As carreiras criativas estão em alta. Elemento primordial na arte e na cultura, a criatividade tem ganhado cada vez mais destaque em diversos setores da economia. O potencial econômico da inventividade e originalidade de um povo vira ouro. Hoje, o capital intelectual e as trocas simbólicas são a matéria-prima fundamental da chamada economia criativa, que valoriza as relações entre cultura, criatividade, tecnologia, inovação, sustentabilidade e empreendedorismo.

A economia criativa consolidou-se como um dos vetores mais dinâmicos do desenvolvimento brasileiro. Com cerca de 7,4 milhões de trabalhadores e participação de 3,1% no PIB (Produto Interno Bruto), o setor evidencia uma mudança estrutural nas formas de produzir, empreender e gerar valor, ancorada no conhecimento, na inovação e na cultura.

Nesse cenário, a criatividade deixa de ser atributo restrito às artes para assumir papel central em diferentes áreas da economia, funcionando como base para a solução de problemas e o desenvolvimento de novas soluções em um mercado cada vez mais diverso e orientado por ideias.

No Brasil, a economia criativa movimenta cerca de R$230 bilhões e reúne mais de 130 mil empresas formalizadas, segundo o Observatório Itaú Cultural. Esse avanço amplia o espaço para carreiras criativas e eleva a demanda por profissionais capazes de transformar repertório cultural e pensamento inovador em soluções concretas.

Atenta a esse movimento, a Universidade de Fortaleza (Unifor), vinculada à Fundação Edson Queiroz, incorpora a criatividade como eixo transversal na formação acadêmica e investe em uma oferta diversificada de pós-graduação lato sensu.

Com cursos voltados à escrita criativa, storytelling, design de produtos digitais, inovação estratégica e tecnologias emergentes, a instituição prepara profissionais para se destacar em um mercado em expansão, conectando teoria e prática às demandas contemporâneas.

É nesse contexto que experiências de alunos, egressos e professores ajudam a revelar como o campo das carreiras criativas tem se expandido no Ceará e no Brasil, além de apontar por que uma formação especializada se torna diferencial competitivo para quem busca atuar em um setor movido pela originalidade, pela inovação e pelo impacto.

A criatividade consolidou-se como uma competência essencial para resolver problemas complexos, conectar áreas distintas e gerar valor em diferentes contextos. Em ambientes corporativos cada vez mais multidisciplinares, ela atua como elemento integrador entre áreas e impulsiona processos novos e mais ágeis”, aponta a assessora geral da Pós-Unifor, Adriana Oliveira.

Gestão cultural em diálogo com políticas públicas e garantia de direitos

Se, por um lado, trabalhar com cultura e arte tem grande relevância ao oferecer à sociedade a possibilidade de expressão, criatividade, compreensão de mundo e ampliação de repertórios, por outro, também é uma atividade transversal muito importante, ao se relacionar com as políticas de educação, juventude, igualdade racial e desenvolvimento social, por exemplo.

A avaliação é da gestora cultural Rachel Gadelha, presidente do Instituto Dragão do Mar e curadora da Especialização em Gestão Cultural, da Pós-Unifor. “São muitas as políticas que a gente integra. Arte e cultura também são elementos importantes para o bem-estar social, para a vida em convivência, para a inclusão, para a democratização da cultura, para a convivência com a diversidade”, pontua.

Além disso, a gestora ressalta que a arte e a cultura também trazem desenvolvimento econômico e geração de renda. “Então, para você trabalhar com isso, você precisa ter uma leitura muito ampliada do mundo. Precisa conhecer técnicas de gestão e traduzi-las em como se aplicam para o campo da arte, para essa singularidade. É uma área muito nova, é um campo multidisciplinar em um mercado em expansão na capital, no interior e no Brasil”, avalia. Rachel lembra que, neste novo cenário, há profissionais cearenses se destacando em nível estadual e federal, ocupando postos inclusive no Ministério da Cultura.

Para ela, uma formação como a de Gestão Cultural oferecida pela Pós-Unifor vai dar uma grande contribuição para o desenvolvimento artístico e cultural do Ceará. Ela contextualiza que, nos últimos anos, as políticas culturais foram ampliadas e fortalecidas pelo Governo Federal e, no Ceará, vivemos um momento que demonstra a longevidade e a relevância do investimento em políticas culturais. 

“O Ceará é referência no Brasil inteiro. Aqui, por exemplo, como presidente de uma grande organização social, quase todo mês recebo a visita de profissionais de outros estados, querendo conhecer a experiência do Ceará. Nós temos grandes equipamentos culturais, grandes políticas públicas, grandes escolas de arte. Então, este curso [de Gestão Cultural] vem ao encontro dessa expansão das carreiras criativas”, reforça a gestora, lembrando que instituições como Unifor e Sesc também têm ampliado os espaços culturais e, consequentemente, o mercado.


“Estamos vivendo um processo de institucionalização da cultura, com muitas secretarias de cultura se estabelecendo, sendo criadas no interior, com equipamentos da sociedade civil, cinemas no interior. É uma atividade em expansão e que precisa realmente de uma formação. Acho que a Unifor percebeu essa carência e [começou um] projeto de ponta, que é oferecer uma especialização em gestão cultural com essa qualidade”Rachel Gadelha, gestora cultural, presidente do IDM e curadora da especialização em Gestão Cultural da Pós-Unifor

Rachel afirma que o curso da Unifor oferece possibilidade de networking e ampliação de perspectivas ao unir pessoas de diversas profissões, origens e campos de atuação. Para ela, é valiosa a possibilidade de passar um ano estudando e conversando com estas pessoas, tendo contato com professores que têm experiência no mercado. 

O curso da Unifor foi pensado para trabalhar o conhecimento das artes, das linguagens artísticas e da sociologia da cultura. Além do pensamento prático sobre as políticas públicas culturais, a especialização traz a perspectiva da transversalidade, os aspectos da gestão, os processos de administração.

“Essa curadoria procurou levar em conta toda essa necessidade que um gestor cultural se depara no seu exercício cotidiano. (...) O curso foi muito procurado [porque está relacionado a] uma atividade muito emergente. É uma profissão que está em expansão, é muito profundo o que a gente faz, muito útil para a sociedade”, explica Rachel.

Design para solucionar problemas e dar alcance às políticas públicas

É relativamente recente a presença da criatividade na lista soft skills desejadas pelo mercado, principalmente em posições estratégicas, conforme aponta Jorge Godoy, coordenador do Lab.Público da Unifor e líder de Design na Secretaria Nacional das Periferias.

“Durante muito tempo, o pensamento criativo ficou restrito às áreas de comunicação e arte. Hoje, ele é convocado para resolver problemas complexos: de saúde pública a políticas urbanas, de produtos digitais a serviços governamentais”, afirma ele, que também é curador do MBA em Design de Produtos Digitais da Pós-Unifor.

Jorge explica que isso acontece porque não há como resolver problemas complexos com soluções simples. “Os problemas do nosso mundo atual não têm solução em manuais ou livros. Eles exigem escuta, observação, síntese e capacidade de imaginar futuros que ainda não existem. E uma das estratégias mais eficazes para encontrar respostas adequadas a este mundo caótico é de forma coletiva, horizontal e afetiva — e isso é, no fundo, o que o profissional criativo aprende a fazer”, complementa.

Imerso nesse contexto, o MBA em Design de Produtos Digitais da Unifor traz uma estrutura pioneira no Brasil, sendo o primeiro com o conceito AI Applied. Isso significa que todas as disciplinas e professores colocam a inteligência artificial como uma ferramenta necessária no apoio do ciclo de desenvolvimento de produto.

“O diferencial está no ‘como’ ela deve ser usada, delegando a IA tarefas operacionais que, quando bem ordenadas, potencializam o conhecimento técnico e específico do profissional e o apoiam na tomada de decisões”, explica Jorge, que atua como coordenador do curso juntamente com o professor Bruno Ribeiro.

Ele conta que o MBA traz o mesmo princípio do Lab.Público da Unifor, que é conectar formação acadêmica rigorosa com os desafios reais do mercado e da sociedade. “O designer que sai daqui não é só quem ‘faz a tela bonita’ — é quem entende o problema, define a solução, prototipa, testa e conecta tudo isso a uma lógica de negócio ou de impacto social”, sintetiza.

Segundo Jorge, a formação abre possibilidades amplas de atuação, já que hoje os produtos digitais estão em todos os setores: saúde, educação, finanças, governo e cultura. “Quem se forma nesse MBA pode atuar como product designer, UX lead, consultor de inovação ou empreendedor digital. O curso também é pensado para profissionais que já estão no mercado e querem transitar para posições mais estratégicas”, sinaliza.


“A Unifor é considerada uma das universidades com maior impacto social do Ceará. Isso se deve, em grande parte, à visão de pesquisa e inovação da universidade — com startups, laboratórios e parcerias com o setor público que possibilitam a participação em projetos de alto impacto. (...) No MBA, especificamente, os professores são profissionais ativos no mercado. O networking não acontece só nos corredores — acontece dentro da sala de aula, nas trocas de experiência, nos projetos práticos.”Jorge Godoy, curador do MBA em Design de Produtos Digitais da Unifor e Líder de Design na Secretaria Nacional das Periferias

O docente integra o Mapa das Periferias, uma plataforma digital da Secretaria Nacional das Periferias que reúne dados, iniciativas e informações que contemplem a diversidade dos territórios periféricos brasileiros. “Do ponto de vista do design, o desafio é imenso. (...) Garantir que a jornada do cidadão dentro da plataforma seja fácil, intuitiva e acolhedora é garantir o acesso à políticas públicas diversas, como editais, cursos e eventos, que podem mudar a vida de uma comunidade”, pontua.

Jorge defende que o profissional criativo tem uma habilidade rara no ambiente governamental: consegue transitar entre o abstrato e o concreto, entre o problema e a solução, sem perder de vista a experiência humana. “Ele não parte de uma norma ou de um organograma — parte das pessoas. Quando isso entra no governo, algo muda”, defende.

Jorge acredita que o Design de Serviços Públicos deixou de ser tendência e virou necessidade. Ele destaca que países como Reino Unido, Dinamarca e Estônia, por exemplo, já tratam o design como infraestrutura de governo há mais de uma década. No Brasil, acredita o docente, estamos nesse caminho ainda de forma incipiente, mas com passos concretos.

“O campo que ainda está mais subexplorado — e onde o impacto pode ser maior — é o design de políticas públicas. É nesse lugar que o curso de Design da Unifor e o Lab.Público estão focados, onde a escuta criativa pode fazer diferença real na vida de cada um de nós, cidadãos”, afirma.

Criatividade para projetos em múltiplas plataformas

“A criatividade é um recurso essencialmente humano, que aponta caminhos em direção ao futuro. É pela sua capacidade de interpretar o que está mudando e agir a partir disso que descortinam as possibilidades para que a gente consiga se adaptar a novos contextos e a própria reconstrução deles”, aponta Alana Oliveira, documentarista, repórter, editora e curadora da Pós-Graduação em Roteiro e Storytelling Multiplataforma da Unifor.

Para ela, a competência criativa não se restringe às profissões que tradicionalmente carregam esse nome, sendo central para sanar preocupações e debates em meio às transformações tecnológicas que vivemos, especialmente no que tange ao receio de que a inteligência artificial seja capaz de substituir profissionais criativos, resultando em desemprego.

Alana vê uma confusão basilar nesse raciocínio porque ele não pondera que esses tipos de conhecimento estão em ordens e tempos diferentes. Ela diz entender que os avanços tecnológicos transformam, de fato e significativamente, as dinâmicas de trabalho, mas não substituem o potencial criativo humano.

“Pelo contrário. Atividades criativas e analíticas se apresentam como força ainda mais indispensável porque vem delas a capacidade de conectar a condução dessas tecnologias em diferentes ordens de conhecimentos, construindo sentido ao longo do tempo”, analisa.

Segundo ela, hoje não faz mais sentido formar profissionais para contar histórias em um único formato ou lugar. O campo do audiovisual atravessa transformações contínuas de plataformas, linguagens e dinâmicas de produção e circulação. E, com elas, novos caminhos se abrem, mas também novos dilemas, inclusive éticos.

“E esse movimento não tende a se estagnar porque combina áreas de alto consumo: audiovisual, comunicação e conteúdo digital. Basta observar o cotidiano das redes sociais para perceber que a demanda por narrativa já não pertence apenas a especialistas dessas áreas e se espalha por diferentes profissões e campos de atuação”, pondera.

Alana lembra que contar histórias é a prática mais antiga da cognição humana e nos ajuda a atravessar as complexidades da existência, mas, hoje, há um excesso de estímulos e ruídos comunicacionais. “O storytelling passa a responder também a uma carência estrutural do nosso tempo: a ausência de sentido”, contextualiza.

Desta forma, ao ser criada sob uma análise atenta desses cenários locais e globais, a Pós-Graduação em Roteiro e Storytelling Multiplataforma é especialmente desenhada para preparar profissionais para as realidades que encontrarão, mas, sobretudo, para o futuro.

“O curso proporciona aos alunos aprenderem praticando escrita para cinema, documentário, streaming, TV, games, podcast e plataformas digitais diversas, em uma travessia conduzida por professores que vivem da narrativa, com vasta experiência e reconhecimento em suas áreas de atuação. Além disso, proporciona aprender a apresentar, montar portfólio, vender e lançar suas próprias ideias para que já saiam com roteiros profissionais, feitos com suas próprias vozes autorais”, informa a docente.


“Esta formação [em Roteiro e Storytelling Multiplataforma] projeta uma autonomia criativa que altera a relação com o mercado. Em vez de depender exclusivamente de posições existentes, torna-se possível tanto ocupá-las quanto expandi-las, criando projetos, formatos e percursos próprios. Por meio da combinação de experiências que a pós oferece, saímos da lógica de preparar apenas reprodutores técnicos. Nós capacitamos autores.”Alana Oliveira, documentarista, repórter, editora e curadora da pós-graduação em Roteiro e Storytelling Multiplataforma da Unifor

Portas abertas para criar e publicar

A autora e tradutora Cami di Malta zapeava pelas redes sociais quando viu a escritora e professora Socorro Acioli postar sobre a Especialização em Escrita e Criação da Unifor. Decidiu então pesquisar sobre a matriz curricular e, ao perceber que a coordenação havia reunido os maiores nomes da literatura em módulos que abrangiam os principais aspectos da formação de um escritor, não titubeou em se matricular na turma de 2022.

“Apesar de já termos saído da pandemia, o curso foi 100% online, e isso foi essencial para possibilitar a participação de pessoas de outros estados e a minha, enquanto eu morava na Europa e na Ásia”, conta Cami. Ela diz que o curso lhe deu o embasamento literário que precisava para levar sua escrita de “forma mais séria”. 

Segundo Cami, o curso ajudou diretamente na escrita do seu romance de estreia, “Cor de Defunto”, recentemente publicado pela Autêntica Contemporânea. “Discutimos composição textual, edição, publicação, além de refletirmos sobre as maiores obras da literatura clássica e contemporânea, criando possíveis diálogos entre elas. Também discutíamos nossos textos em aula, sob a supervisão do professor de cada módulo, e isso foi a maior virada de chave no meu caso, colocar nossas palavras na mesa e receber feedback dos maiores conhecedores de literatura que temos atualmente no Brasil”, afirma.

A escritora diz que foi assim que Socorro Acioli conheceu um pouco da escrita dela e, posteriormente, recomendou seu manuscrito para a Autêntica Contemporânea, que decidiu publicá-lo prontamente. “Sem o curso, além do talento e da generosidade do corpo docente, ‘Cor de Defunto’ não estaria no mundo, pelo menos não ainda”, acredita.

Cami afirma que a literatura é parte imprescindível da vida dela desde a infância. Já havia feito várias oficinas e workshops de escrita, mas sentia que não conseguia se aprofundar da forma que queria.

“Também precisava de um incentivo que me ajudasse a ter mais disciplina. Tivemos aulas duas vezes por semana durante dois anos, e a pós-graduação me deu justamente a motivação que faltava para levar a escrita de forma mais séria e consistente. Foi durante esse processo que finalmente decidi colocar meu primeiro romance no mundo”, relembra.

Agora, Cami di Malta diz estar vivendo o momento mais bonito da vida profissional. “A pós-graduação abriu portas que eu ainda nem sonhava em bater. Não só ampliei de forma considerável minha base literária, estudando outras obras e aprendendo sobre produção e edição textual, como também tive a chance de ter um contato mais próximo com quem poderia me ajudar a abrir portas para iniciar minha carreira como escritora literária”, diz. O livro da autora, “Cor de Defunto” tem tido uma ótima recepção entre leitores, clubes de leitura, outros escritores e livreiros.


“A Unifor nos colocou em contato direto com alguns dos maiores conhecedores e produtores de literatura do país. O ambiente das aulas é extremamente convidativo, estimulando perguntas, trocas, leituras dos nossos próprios textos e uma conexão direta com quem já possui uma carreira sólida e reconhecida no mercado literário”Cami di Malta, escritora e egressa do curso de Escrita e Criação da Unifor

Para Cami, a criatividade deixou de ocupar um território isolado para se tornar uma espécie de linguagem comum entre diferentes áreas. “Em um mercado cada vez mais multidisciplinar, ela não aparece apenas como expressão artística, mas como forma de olhar. Uma maneira de perceber relações, criar sentido e tensionar o óbvio”, aponta. 

Um mercado que cresce com consistência

O mercado de carreiras criativas cresce de forma consistente, impulsionado pela transformação digital, pelo uso de inteligência artificial e agentes inteligentes, conforme aponta a assessora geral da Pós-Unifor, Adriana Oliveira. Segundo a professora, destacam-se áreas como:

  • design digital,
  • automação e agentes inteligentes,
  • produção de conteúdo,
  • audiovisual,
  • UX/UI,
  • marketing criativo,
  • inovação estratégica.

A professora conta que, nesta perspectiva, a Unifor oferece cursos voltados à escrita criativa, storytelling, design de produtos digitais, automação e agentes inteligentes, IA, estratégia, com foco prático e alinhamento à necessidade de inserir nos processos etapas que tragam diferenciais no mercado.

Segundo explica Adriana, os cursos são estruturados a partir de uma escuta ativa constante das demandas do mercado, com a utilização de metodologias ativas de aprendizagem, na escolha do corpo docente qualificado e na execução de experiências práticas que promovem a integração entre teoria e aplicação profissional.


“A Unifor alia tradição acadêmica, infraestrutura de qualidade, corpo docente qualificado e forte conexão com o mercado, preparando profissionais para se destacarem nas diversas áreas.”Adriana Oliveira, assessora geral da Pós Unifor

A docente acredita que o mercado passou a exigir formações específicas em criatividade devido à crescente complexidade dos desafios contemporâneos, pela volatilidade das mudanças e pelo amplo acesso às informações, o que exige profissionais com formação estruturada, capazes de aliar pensamento criativo, domínio técnico e visão estratégica para a geração de soluções que possam agregar e se diferenciar no mercado.

Desta maneira, uma formação especializada é capaz de ampliar repertório, desenvolver habilidades técnicas e estratégicas e aumentar a competitividade no mercado. Além disso, ela pondera que a formação lato sensu permite inserção mais rápida no mercado criativo por seu caráter mais aplicado e direcionado, pela ampla rede de conexão com empresas parceiras e pela intensa carga prática nas matrizes curriculares.

“Acredito que os profissionais criativos estão presentes em múltiplos setores, contribuindo para a inovação, estabelecendo novas formas de comunicação e o desenvolvimento de soluções ágeis em áreas que vão desde da tecnologia à indústria, evidenciando o caráter transversal da criatividade”, aponta.

 


Esta notícia está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, contribuindo para o alcance do ODS 4 — Educação de Qualidade, ODS 8 — Trabalho Decente e Crescimento Econômico e ODS 9 — Indústria, Inovação e Infraestrutura.

A Universidade de Fortaleza reafirma seu compromisso com a economia criativa ao oferecer formações que integram cultura, tecnologia e inovação. Ao alinhar o conhecimento acadêmico às demandas do mercado, a instituição fomenta a empregabilidade e o empreendedorismo, preparando profissionais para transformar ideias em soluções estratégicas.


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