qui, 13 março 2025 17:59
Projeto Jovem Cientista da Unifor proporciona momento imersivo para crianças
Grupo visitou espaços de pesquisa e inovação da instituição e, em seguida, desenvolveu atividades

A Universidade de Fortaleza, da Fundação Edson Queiroz, realizou nesta quarta-feira, 12, a 4ª edição do projeto Jovem Cientista. O evento, iniciativa da Vice-Reitoria de Pesquisa (VRP), apresentou os espaços de pesquisa e inovação para crianças de 8 a 12 anos. Após a visita, o grupo desenvolveu atividades nas salas P20 e P22.
A professora Juliana Marinho, dos cursos de Arquitetura e Urbanismo e Design de Interiores, trouxe a realidade do dia a dia das crianças para o mundo da profissão com a dinâmica do Bobbie Goods, livros para colorir conhecidos pela sua qualidade e delicadeza. Além disso, a marca também é reconhecida por sua linha de produtos de papelaria, que inclui itens como cadernos, agendas e outros materiais com design criativo e de alto padrão.
Durante o evento, as crianças participaram de atividades de desenhos e pinturas, trabalhando técnicas de sombras, traços e cores.
Para Juliana, a partir das atividades, nascem novos frutos de pesquisa, permitindo que as crianças se aprofundem no ramo da arquitetura, do design e de outros elementos que envolvem a representação gráfica.
"A gente tem que enxergar na criança seus interesses, para que possamos direcioná-los para sua especialidade. Então, fico feliz pela adesão do público e de ver os pais e filhos se interessando pela ciência”, concluiu a docente.
Professora Juliana Marinho apresenta o mundo da arquitetura e design de forma leve e divertida (Foto: Ares Soares)
Cíntia Jucá, mãe de Isabela Jucá, estimula sua filha a viver novas experiências. “Uma criança é como um livro em branco, que vamos construindo e estimulando suas curiosidades. Acredito que, quanto mais mostramos novas possibilidades, mais elas se interessam, e esse é o momento ideal para expô-las a experiências diferentes”, comentou.
Os pequenos, acompanhados de seus pais, trabalharam técnicas de sombras, cores e traços (Foto: Ares Soares)
A professora Madalena Leite, dos cursos de Arquitetura e Urbanismo e Engenharia Civil, reuniu as crianças em uma dinâmica sobre construção de casas, na qual ensinou a importância de utilizar os materiais necessários para a estrutura de uma residência. “Como são crianças, a ideia da oficina surgiu para fazer uma analogia à história do lobo mau. Na história, os três porquinhos construíram três casas com materiais diferentes. A ideia é fazer com que as crianças entendam que, a partir do material escolhido, a casa terá um desempenho diferente”, explica.
Os materiais da atividade contaram com blocos de madeira e isopor, para que, durante a montagem das casas, as crianças identificassem a diferença no desempenho de cada material.
Professora Madalena Leite dos cursos de Arquitetura e Urbanismo e Engenharia Civil (Foto: Ares Soares)
Ellen Silva, mãe de Miguel Garcês, destacou a importância desses projetos para o desenvolvimento da percepção das crianças. “Elas vão conhecendo e aprendendo a identificar pequenos detalhes do dia a dia, como, por exemplo, todo o ambiente interno de uma casa, as texturas, os azulejos. É importante que elas desenvolvam essa percepção e abram a mente”, pontuou.