Unifor recebe V Seminário Internacional da Rede Internacional de Neurodireito e Direitos Humanos
Evento reúne pesquisadores e especialistas do Brasil e do exterior para discutir neurodireito, vulnerabilidade, interseccionalidade, neurotecnologia e proteção de dados

A Universidade de Fortaleza (Unifor), da Fundação Edson Queiroz, participa da realização do V Seminário Internacional da Rede Internacional de Neurodireito e Direitos Humanos, que acontece nos dias 26, 27 e 28 de outubro de 2026. Com o tema “Neurodireito, Vulnerabilidade e Interseccionalidade”, o encontro reúne pesquisadores e especialistas de diferentes instituições do Brasil e do exterior para debater os impactos das novas tecnologias sobre direitos humanos e grupos em situação de vulnerabilidade.
A programação tem início na segunda-feira (26), às 8h, com a mesa de abertura, que contará com representantes da Rede Internacional de Neurodireito e Direitos Humanos, entre eles a professora Ana Maria D’Ávila Lopes, coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Direito Constitucional da Unifor, além de pesquisadores da Universidade Alberto Hurtado, do Chile; da Universidad Externado de Colombia; do Insper e da PUCRS. Na sequência, o professor Jan Christoph Bublitz, da Universidade de Hamburgo, na Alemanha, ministra a conferência de abertura.
Ainda no primeiro dia, a programação aborda a relação entre vulnerabilidade, interseccionalidade e a Era Digital, com participação de Ana Maria D’Ávila Lopes e pesquisadores do Chile, Peru e Brasil. À tarde, o debate se volta aos neurodireitos de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, reunindo representantes da Unifor, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, da Defensoria Pública da União e de instituições de ensino brasileiras e estrangeiras.
Neurotecnologia e proteção de dados
Na terça-feira (27), os debates começam com a mesa “Neurotecnologia, vulnerabilidade e proteção de dados”, sob mediação de Ana Maria D’Ávila Lopes. A discussão reúne especialistas de Taiwan, Inglaterra e Brasil, incluindo o professor Francisco Luciano Lima Rodrigues, da Unifor.
A programação segue com discussões sobre os neurodireitos de pessoas em situação de vulnerabilidade em diferentes contextos. Entre os temas estão os direitos de trabalhadores, com participação das professoras da Unifor Aline Passos Maia e Brena Késsia Simplício Bomfim, e os direitos das pessoas privadas de liberdade, em mesa mediada por Aline Passos Maia e com participação de pesquisadores da Unifor, da Espanha e do Brasil.
No fim da tarde, o seminário aborda os neurodireitos de indígenas, mulheres e migrantes, em mesa que reúne pesquisadores do Brasil e da Colômbia, incluindo as professoras Maria Paula Barbosa da Costa e Dimit Saker, da Unifor.
Direitos de pessoas idosas e pessoas com deficiência
A programação da quarta-feira (28) começa com o debate sobre neurodireitos de pessoas em situação de vulnerabilidade, com foco em pessoas idosas e pessoas com deficiência. A mesa será mediada por Felipe Paredes Paredes, da Universidade Alberto Hurtado, e contará com especialistas do Japão, Peru e Brasil, entre eles a professora Joyceane Bezerra de Menezes, da Unifor.
O seminário será encerrado com uma nova discussão sobre neurotecnologia, vulnerabilidade e proteção de dados, reunindo pesquisadores da Argentina, Chile e Brasil, além de representantes de instituições como a Universidad Alberto Hurtado, a Universidad de Jaén e a Unichristus.
Ao longo dos três dias, a programação reúne pesquisadores de diferentes países e instituições para discutir questões relacionadas aos neurodireitos, à vulnerabilidade e à proteção de dados, com a participação de docentes e pesquisadores da Universidade de Fortaleza.
Serviço
V Seminário Internacional da Rede Internacional de Neurodireito e Direitos Humanos
Tema: Neurodireito, Vulnerabilidade e Interseccionalidade
Data: 26, 27 e 28 de outubro de 2026
Local: Auditório da Biblioteca
Programação: segunda (26), terça (27) e quarta-feira (28) de outubro
Participação: pesquisadores e especialistas do Brasil e do exterior
Realização: Rede Internacional de Neurodireito e Direitos Humanos