seg, 10 agosto 2026 12:20
Pais e filhos, inspiração compartilhada pelo conhecimento
Neste Dia dos Pais, histórias de docentes, estudantes e egressos mostram como a paternidade ganha novos significados quando pais e filhos compartilham a experiência acadêmica na Universidade de Fortaleza, transformando o campus em um espaço de convivência, inspiração e construção de futuros

Ser pai é acompanhar os primeiros passos, incentivar descobertas, celebrar conquistas e, aos poucos, aprender a caminhar ao lado dos filhos. Um percurso que transborda o extraordinário e ganha contornos especiais quando a paternidade é também atravessada pelos corredores da Universidade de Fortaleza (Unifor), vinculada à Fundação Edson Queiroz. É que lá, a relação iniciada em casa ganha novos significados entre salas de aula, laboratórios, biblioteca e espaços de convivência.
Há quem viu os filhos crescerem dentro do campus, acompanhando-os desde as colônias de férias até a graduação e, mais tarde, a docência. Outros dividem a rotina universitária com os filhos já adultos, compartilhando o mesmo ambiente acadêmico, trocando experiências profissionais ou simplesmente aproveitando a oportunidade de tomar um café entre uma aula e outra.
Na relação enriquecida entre bosques e blocos do campus, há filhos que observam a dedicação do pai ao ensino e à pesquisa — e que encontram nele inspiração para construir o próprio caminho. E há pais que, ao acompanhar o amadurecimento dos filhos como estudantes e profissionais, descobrem uma nova forma de celebrar o legado que ajudam a construir todos os dias, na paternidade e na docência.
Neste Dia dos Pais, histórias vividas na Unifor mostram que os maiores aprendizados hão de nascer também na convivência acadêmica.
Juntos na docência e na exploração de novas fronteiras computacionais
Pedro Gabriel Calíope Dantas Pinheiro ainda era criança quando começou a frequentar a Unifor. Costumava acompanhar o pai, Plácido Rogério Pinheiro, docente na universidade há cerca de quatro décadas. “Cresci vivenciando esse ambiente, participei das colônias de férias promovidas pela instituição e acompanhei de perto sua rotina de trabalho. Ao longo dos anos, vi meu pai construir uma trajetória profissional marcada pelo comprometimento com a educação e com a pesquisa”, diz, orgulhoso.
Era 1986 quando Plácido começou sua carreira de professor do Centro de Ciências Tecnológicas (CCT) da Universidade. Ao longo das décadas, ele contribuiu para a estruturação da pesquisa e da Pós-Unifor e, hoje, é professor no Programa de Pós-Graduação em Informática Aplicada (PPGIA), onde orienta pesquisas de mestrado e doutorado, além de também contribuir com o Mestrado Profissional em Administração (MPA).
Agora, o pai vê o filho seguir seus passos na docência. Pedro Gabriel leciona nos cursos de Ciência da Computação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Engenharia da Computação e também no Mestrado Profissional em Tecnologia e Inovação em Enfermagem (MPTIE). “A Unifor sempre esteve presente na minha história e faz parte da minha vida desde a infância”, afirma.
Plácido e Pedro Gabriel compartilham não só o laço familiar e o carinho entre pai e filho, mas também a dedicação à vida acadêmica na Unifor (Foto: Ares Soares)
Enquanto Plácido trabalhava no PPGIA, Pedro Gabriel vivia momentos marcantes da infância e adolescência observando o pai. O filho recorda bem da dedicação dele aos alunos e à pesquisa e de como permitia que ele participasse desses momentos, a ponto de ter vívida na mente a cena dele escrevendo na lousa. “Essas experiências despertaram em mim uma admiração muito grande pela docência e pela vida universitária”, diz.
A escolha pela Unifor veio naturalmente, tendo em vista que ele já conhecia profundamente a instituição. Pedro Gabriel conta que cresceu acompanhando a estrutura, os professores e a excelência acadêmica da Universidade. “Isso me deu muita segurança para fazer essa escolha e construir toda a minha formação na Unifor”, diz ele, que também é mestre e doutor pelo PPGIA.
A relação da família com a Unifor é estreita. A presença de pai e filho na mesma universidade — além da mãe, Mirian, que também é docente — criou entre eles um valioso ecossistema de pesquisa colaborativa. As teorias de modelagem de dados e algoritmos de decisão, conduzidas por Plácido e Pedro, frequentemente encontram aplicação prática no desenvolvimento de sistemas para diagnósticos clínicos e tecnologias de cuidado gerenciados no campo da saúde, área de domínio de Mirian.
“A Unifor proporciona esse encontro entre duas gerações que compartilham a mesma paixão pela educação e pela tecnologia. Como atuamos na mesma área, temos a oportunidade de trocar experiências diariamente e colaborar profissionalmente, sempre buscando contribuir para a formação dos alunos e para o desenvolvimento da Universidade.” — Pedro Gabriel Pinheiro, docente da Unifor e filho de Plácido Rogério
Plácido reconhece que, no meio acadêmico, é muito frequente que a paixão pela pesquisa e pelo ensino seja transmitida dentro de casa. “O fato de Pedro ter escolhido não apenas linhas de pesquisa similares, mas também atuar nos mesmos laboratórios e na mesma instituição ajuda a consolidar o nome da família e demonstra que o ambiente familiar serviu como um forte modelo de inspiração para a sua jornada na ciência da computação e engenharia”, afirma.
Para ele, compartilhar o mesmo ambiente acadêmico com o filho pode transformar a hierarquia familiar tradicional, permitindo que as duas gerações se enxerguem de forma mais horizontal — como colegas, parceiros de pesquisa ou profissionais em desenvolvimento.
“O ambiente universitário permite que a relação deixe de ser estritamente ‘pai e filho’ e passe a ser de colegas de profissão. Gerações diferentes geralmente trazem habilidades diferentes para a mesa, unindo a experiência consolidada com inovações tecnológicas”, avalia Plácido.
Segundo Pedro Gabriel, dividir o ambiente acadêmico com o pai é motivo de muito orgulho. Ele diz que acompanhou a carreira de Plácido e aprendeu muito observando sua dedicação ao ensino, à pesquisa e aos alunos. “Hoje, compartilhar o mesmo ambiente profissional tem um significado muito especial, porque consigo enxergar de perto o legado que ele construiu ao longo de tantos anos”, declara.
O pai, aliás, sempre acreditou no seu potencial e o incentivou a construir sua própria trajetória. Dizia, desde cedo, que via no filho o perfil para integrar o corpo docente da Unifor, posto para o qual foi selecionado há dois anos. “Mais do que seguir seus passos, acredito que fui inspirado pelo exemplo que ele sempre deu como professor, pesquisador e educador”, avalia Pedro.
Para Plácido, o fortalecimento da paternidade dentro de um ecossistema educacional e cultural pujante como o da Unifor carrega um simbolismo profundo e multifacetado.
“Historicamente, o ambiente acadêmico — especialmente aquele voltado à pesquisa de alto nível e à produção científica rigorosa — é estruturado de forma a separar estritamente a vida profissional e estudantil das demandas familiares. Por outro lado, a presença paterna ativa no campus quebra o velho paradigma de que a excelência acadêmica exige o sacrifício da vida pessoal”, avalia.
“Ver pesquisadores, professores e alunos exercendo a paternidade de forma visível e apoiada transmite a ideia de que a busca pelo conhecimento e o desenvolvimento tecnológico são perfeitamente compatíveis com o cuidado e a presença familiar. Isso humaniza a ciência e a educação.” — Plácido Rogério Pinheiro, docente do PPGIA da Unifor e pai de Pedro Gabriel
Plácido vê na paternidade um sentido estruturado no convívio diário, no amor, na proteção e na presença desde a vida da criança. “O pai serve como um porto seguro, um guia moral e ético para o desenvolvimento do filho, ajudando a moldar sua inteligência emocional. Ser pai significa dividir de forma igualitária a carga mental e o trabalho invisível da criação dos filhos, entendendo que cuidar não é ajudar a mãe, mas sim exercer o próprio papel de pai”, defende.
Um espaço para pais e filhos aprenderem, ensinarem e conviverem
Uma das primeiras memórias que Gustavo Peter tem da Unifor o leva diretamente às corridas de infância no entorno da biblioteca, onde a mãe dele trabalhava. Hoje, aos 53 anos, ele divide o mesmo campus acolhedor dos tempos de criança com o filho, João Gustavo Peter. É que, há cinco anos, Gustavo foi contratado como docente do Centro de Comunicação e Gestão (CCG) e, desde 2022, o filho estuda Fisioterapia na Universidade.
“Desde jovem me imaginava nesse campus, logo entrei com a prática esportiva e depois me tornei acadêmico, uma experiência ímpar”, diz João, que escolheu fazer a graduação na Unifor por conta do ensino de qualidade. Mas um ponto alto da escolha é poder dividir a rotina com o pai, com quem sempre teve uma relação muito próxima.
“Sempre nos encontramos, vamos juntos pra Unifor, às vezes até almoçamos juntos! Sempre conversamos sobre os desafios do semestre e ajudamos um ao outro nas nossas demandas”, conta.
João brinca que o pai certamente ficaria muito feliz em dar aula para ele, mas nunca o pressionou sobre a escolha do curso ou da instituição de ensino. Mesmo em Centros de Ciências diferentes, ele acredita que a rotina acadêmica os aproximou. “Entender a dinâmica da universidade me fez enxergar as lutas que ele tinha e, às vezes, até participar delas. Isso nos uniu e tem nos unido cada vez mais. Estamos crescendo juntos dentro da Universidade”, afirma o aluno.
“O campus da Unifor é preparado justamente para isso: um ambiente próprio para desenvolvimento de laços e relacionamentos, fraternais ou paternais. Meu pai, pra mim, sempre foi um exemplo a ser seguido, como crente, como pai, como profissional, como aluno e como professor. Sempre muito dedicado em tudo que faz, está sempre presente pra sua família e sempre foi um exemplo de como devemos levar a nossa vida.” — João Gustavo Peter, aluno do curso de Fisioterapia e filho de Gustavo
Gustavo avalia que o fato de levar o filho para algumas programações da Unifor o fez observar como uma excelente oportunidade de ter a melhor formação. “O ambiente institucional, a cultura da instituição, faz com que seja orgânico o olhar positivo e isso acaba influenciando para um vínculo que vai além”, afirma.
O fato de estarem próximos na mesma instituição de ensino possibilitou que, mesmo na correria do dia a dia, ambos pudessem almoçar juntos na Universidade. Também há sempre espaço para um café entre as aulas ou uma conversa agradável nos bosques verdes do campus. Quando há essas pequenas possibilidades em que a paternidade se fortalece no ambiente educacional, Gustavo vê um “ciclo muito bonito da educação”.
“Como professor, tenho a responsabilidade de contribuir para a formação de profissionais. Como pai, sinto a tranquilidade de ver meu filho sendo formado em um ambiente que conheço, respeito e do qual também faço parte. Isso demonstra que a Universidade é capaz de reunir diferentes gerações em torno de um propósito comum: transformar vidas por meio da educação”, avalia.
Os momentos marcantes vão se acumulando no fortalecimento do vínculo. Gustavo lembra com emoção do dia da matrícula de João, que iniciava ali uma nova etapa da vida, e da tradicional cerimônia do jaleco, símbolo do compromisso com a profissão, a ética e o cuidado com o próximo.
“Assistir meu filho vestir o jaleco pela primeira vez, cercado pela família e pelos colegas, foi motivo de muita alegria e gratidão a Deus. São lembranças que unem, de forma muito especial, minha vida e minha missão como pai”, afirma o professor.
“Estar na Unifor como professor, enquanto meu filho também constrói sua formação acadêmica na mesma instituição, reforça que a Universidade é um ambiente que transforma gerações. Embora eu não seja professor dele, compartilhamos os mesmos valores acadêmicos, a mesma cultura de excelência e o mesmo compromisso com o conhecimento. Isso fortalece o sentido de pertencimento e mostra que a educação vai além da sala de aula: ela influencia famílias, inspira trajetórias e cria vínculos duradouros.” — Gustavo Peter, professor do CCG da Unifor
Para Gustavo, a paternidade é uma dádiva de Deus. “A Bíblia nos ensina que os filhos são herança do Senhor, ou seja, presentes valiosos confiados aos nossos cuidados. Sinto-me profundamente realizado por ter sido escolhido para ser pai do João Gustavo e da Ana Lívia”, afirma.
Como pai, ele diz procurar cumprir três grandes missões: educá-los segundo os princípios bíblicos, orientá-los para que se tornem cidadãos e profissionais íntegros e prepará-los para que, no futuro, sejam um bom marido, uma boa esposa e também bons pais.
Exemplo na excelência e no compromisso com a educação
Há 30 anos, Humberto José Olímpio Feitoza dá aulas no curso de Direito da Unifor. Ele costuma dizer que mantém com a Universidade uma relação de profunda identidade. Chegou à Unifor atraído pelo compromisso com a excelência e viu nela um ambiente fértil para aliar a prática da advocacia ao ensino, à pesquisa e à formação de gerações de juristas. “É, sem dúvida, minha segunda casa”, sintetiza.
Pai de dois filhos, Humberto recorda com emoção de dois momentos marcantes que viveu na Unifor. O primeiro foi ver o filho Bruno Feitoza colar grau em Direito há cinco anos. Diretamente da plateia, sentiu plenitude ao ver se materializar na própria família o fruto de seu trabalho docente. O segundo foi assistir o filho Arthur Feitoza participar da cerimônia do jaleco após iniciar o internato de Medicina. “Duas cenas emocionantes que sintetizam o ciclo da formação”, aponta o professor.
A relação entre Bruno, Humberto e Arthur vai além do vínculo pai e filhos, encontrando espaço e apoio para crescer na vida acadêmica (Foto: Marjorie Zaranza)
Bruno e Arthur acompanharam desde cedo o empenho do pai e da mãe — Cynara Guimarães Pimentel Feitoza, também docente de Direito — com o ensino acadêmico. “Desde criança, acompanhei meus pais em sua rotina como professores da Universidade e vi meu irmão construir sua trajetória acadêmica no campus. Cresci frequentando a Unifor, admirando sua estrutura, seus espaços e o ambiente acadêmico que sempre despertou em mim um sentimento de pertencimento”, rememora Arthur.
Já Bruno considera “engrandecedora” a experiência de ter o pai como professor na graduação, tendo em vista que ambos são da área jurídica. “Isso me permitiu compreender melhor o funcionamento de uma instituição de ensino e o papel do professor na formação de profissionais e cidadãos de excelência, algo que contribuiu significativamente para a minha escolha de carreira. Hoje sou professor de Direito e advogado por causa do exemplo dado pelo meu pai”, afirma.
Nos tempos de Unifor, Bruno diz que pôde conhecer mais o lado profissional do pai. Em meio às aulas e livros de Direito, o homem que sempre foi sua inspiração de vida passou a ser também seu maior espelho enquanto docente.
“Ainda na época da graduação, conversando com colegas, recebi diversos testemunhos de pessoas que não sabiam que eu era filho dele, mas sempre comentavam sobre o professor Humberto Feitoza, um docente técnico e que não esquece o lado humano dos alunos”, diz, orgulhoso.
“Eventualmente, quando encontro algum egresso da Unifor, faço questão de perguntar quem foi seu professor de Direito Civil. Se a resposta for meu pai, é unanimidade: não importa se faz 5, 10 ou 20 anos que estudaram com ele, todos se lembram com carinho do ‘grande professor Humberto’ e, quando me identifico como filho dele, logo abrem um sorriso no rosto. Todos os dias em que estou em sala de aula me pergunto: como posso ser mais parecido com meu pai? Ele é, verdadeiramente, minha principal inspiração.” — Bruno Feitoza, egresso do curso de Direito e professor universitário
Humberto conta que os dois filhos acompanharam por décadas o seu compromisso e o da esposa com a Universidade, além do afeto de ambos pela instituição. “A Unifor oferece excelência acadêmica, estrutura e valores que se alinham à formação que sempre buscamos para eles, com ênfase na formação ética, humanística e cidadã. O exemplo, mais do que as palavras, certamente teve influência nessa escolha pela universidade”, analisa.
O fato de estar toda a família na mesma universidade aproximou pais e filhos sob perspectivas diferentes. Humberto e Bruno passaram a se enxergar também como colegas de profissão, compartilhando não apenas o vínculo familiar, mas o compromisso com o conhecimento. “Passamos a dialogar sobre docência, sobre alunos e sobre os desafios do ensino e da formação profissional. Foi uma experiência de amadurecimento mútuo”, afirma.
Cynara, esposa de Humberto e mãe de Bruno e Arthur, também é docente da Unifor (Foto: Arquivo pessoal)
Com Arthur, também houve maior proximidade, apesar das áreas de atuação distintas. Diferente do irmão, ele decidiu que não seguiria a tradição familiar do Direito e acabou optando pela Medicina pela admiração no cuidado com a vida das pessoas.
“Estar na mesma Universidade [que meu pai] proporciona uma convivência ainda mais próxima e cria oportunidades de nos encontrarmos naturalmente ao longo da rotina acadêmica. Muitos desses momentos acontecem em espaços como o Centro de Convivência, onde frequentemente nos reunimos também com outros membros da família. Essa vivência torna o ambiente universitário ainda mais acolhedor e fortalece nossos laços familiares”, compartilha.
“A convivência mais frequente com meu pai, agora em um ambiente compartilhado de trabalho e estudo, proporcionou uma nova forma de nos relacionarmos. Passamos a compartilhar experiências do cotidiano universitário, conversar sobre nossas rotinas e enxergar ainda mais o compromisso que cada um tem com sua própria formação e atuação profissional. Foi uma aproximação construída sob uma perspectiva diferente, marcada pelo respeito e pela admiração mútua.” — Arthur Pimentel Feitoza, aluno do curso de Medicina
Para Arthur, a Unifor ocupa um lugar muito importante na relação com o pai. Isso porque grande parte dos ensinamentos que recebeu sobre a importância de uma vida acadêmica dedicada, ética e comprometida foi construída por meio das experiências que viveu acompanhando o pai na Universidade.
“Tenho muito orgulho da trajetória que meu pai construiu. Pessoalmente, sempre foi um exemplo de dedicação, responsabilidade e compromisso com a família. Profissionalmente, admiro profundamente sua escolha pela docência. Acredito que a profissão de professor seja uma das mais importantes para a sociedade, pois tem o nobre propósito de formar pessoas, compartilhar conhecimento e inspirar novas gerações”, declara.
Exercer a paternidade com laços tão fortes com o ambiente acadêmico, para Humberto, significa a concretização de valores. “A Unifor, ao unir ensino, pesquisa e extensão, oferece um ambiente que fortalece não apenas a formação profissional, mas a formação humana. (...) A universidade é um espaço de construção de laços, de futuro e de cidadania”, defende.
“A paternidade significa responsabilidade, doação e legado. Significa educar pelo exemplo, formar cidadãos íntegros e oferecer suporte para que os filhos façam suas próprias escolhas com autonomia e consciência. Para mim, ser pai é um exercício diário de amor, paciência e orientação. É perceber-se como um referencial ético e afetivo na construção do caráter e da trajetória dos filhos.” — Humberto Feitoza, professor do curso de Direito e pai de Bruno e Arthur
Com um ambiente de excelência, respeito e propósito comum, a Unifor vai acumulando histórias de amor e inspiração entre pais e filhos, dedicados às mais diversas áreas do conhecimento. A Universidade mostra que há de fortalecer também os vínculos familiares e profissionais, permitindo que famílias vivenciem a missão de educar e de aprender, os ideais da Unifor.