Internacionalização na prática: estudante de Medicina da Unifor constrói trajetória acadêmica no exterior
qui, 10 setembro 2026 17:31
Internacionalização na prática: estudante de Medicina da Unifor constrói trajetória acadêmica no exterior
Após experiências acadêmicas em Portugal, Inglaterra e Áustria, Isabela Franco realiza estágio em Psiquiatria no Cambridge Health Alliance, ligado à Harvard Medical School

Isabela Franco Freire, aluna do curso de Medicina na Universidade de Fortaleza, instituição mantida pela Fundação Edson Queiroz, está próxima de concluir a graduação e atualmente realiza uma atividade eletiva em um hospital afiliado à Harvard Medical School, nos Estados Unidos. A experiência é fruto das oportunidades de internacionalização oferecidas pela Unifor ao longo de sua formação.
A estudante procurou a Diretoria de Relações Internacionais (DRI) da Unifor quando estava no segundo semestre, em busca de conhecer mais sobre as oportunidades para o curso de Medicina. Nesse período, mesmo com as atividades suspensas em razão da pandemia, Isabela não desistiu. Fez parte de duas monitorias, teve quatro oportunidades de Iniciação Científica, inúmeras publicações em parceria com professores da Unifor de diversas especialidades, estágios extracurriculares regulados e referendados pela coordenação do curso e participação e presidência de Liga Acadêmica.
O esforço da aluna contribuiu para a aplicação do programa de intercâmbio com a Universidade Nova de Lisboa em 2025, por meio da parceria com a Unifor. “Durante meu intercâmbio para Portugal, que foi vinculado à Unifor, tive apoio da DRI nas documentações com a Nova e suporte para o que precisei quando estava lá”, afirma.
Isabela também conseguiu vagas de estágio de forma independente na Inglaterra e Áustria, ainda em 2025. Agora, está realizando mais um estágio internacional, dessa vez em Psiquiatria no Cambridge Health Alliance, hospital filiado à Harvard Medical School.
A aluna pretende seguir para o departamento de Psiquiatria de Yale para uma visita a convite de um pesquisador da área e finalizar essa temporada na Florida International University, também em um estágio de Psiquiatria. Além de realizar a revalidação do diploma médico e fazer residência nos Estados Unidos.
A experiência em Portugal também contou com o acompanhamento da DRI durante o processo de intercâmbio e a permanência da estudante no país.
“Minha experiência na Harvard Medical School tem sido maravilhosa. Estou cuidando de populações vulneráveis socioeconomicamente, que são o público-alvo deste hospital. Poder oferecer um cuidado de absoluta excelência a pessoas que não teriam sequer acesso a um sistema de saúde é recompensador e mostra acontecer na prática tudo que estudamos na teoria. Estar em uma das melhores universidades do mundo e ser reconhecida enquanto estudante e (quase) médica aqui tem sido transformador, principalmente levando o nome da Unifor comigo”, enfatiza a estudante.
Segundo Isabela, o suporte contribuiu para que a experiência internacional ocorresse de forma mais tranquila, desde a preparação da documentação até o período no exterior.
Diretoria de Relações Internacionais (DRI)
A Diretoria de Relações Internacionais (DRI) é o setor da Unifor responsável por promover a internacionalização da Universidade. Ela busca conectar a Unifor com outros países por meio de intercâmbios, eventos, pesquisas em parceria e atividades que desenvolvem competências interculturais.
A DRI é ligada à Reitoria e trabalha com ações voltadas para estudantes, professores e colaboradores. Tudo isso é baseado em princípios como cooperação, igualdade, solidariedade e reciprocidade, além de estar alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.
Internacionalização é na Unifor!
A partir das experiências que acumulou no exterior, Isabela também incentiva outros estudantes de Medicina a aproveitarem as oportunidades de internacionalização durante a graduação.
“Recomendo que seja uma prioridade realizar pelo menos um estágio fora, caso haja viabilidade financeira para tal. Ainda que seus planos não envolvam revalidação do diploma, é uma experiência que você lembrará para o resto da vida. O crescimento pessoal, assim como acadêmico, é imenso e transforma você enquanto médico. O cuidado que eu sou capaz de oferecer hoje não seria o mesmo sem as minhas experiências prévias em outros países”, afirma.