seg, 1 junho 2026 11:38
Nas missões internacionais, o mundo também é sala de aula
Cruzar fronteiras, descobrir novas culturas e construir conexões acadêmicas e profissionais. Nas missões internacionais da Universidade de Fortaleza, alunos e docentes vivenciam experiências imersivas que unem conhecimento, inovação e visão de mundo, transformando a internacionalização em diferencial concreto para a formação e a carreira

É um convite para cruzar fronteiras que vão muito além dos mapas. Professores e alunos de graduação e pós-graduação embarcam nas missões internacionais realizadas pela Universidade de Fortaleza (Unifor), vinculada à Fundação Edson Queiroz, para conhecer novos mundos, ampliar contatos profissionais e enriquecer seus repertórios cultural, acadêmico e profissional.
Eles visitam universidades, centros de inovação, museus, empresas e diferentes culturas ao redor do mundo. Paralelamente, ampliam o olhar sobre a própria formação e descobrem novas maneiras de pensar, criar e atuar profissionalmente. Ao mergulhar em diferentes contextos sociais e educacionais, retornam com uma visão de mundo mais ampla, estratégica e conectada aos desafios globais de suas carreiras. A experiência vira um diferencial competitivo no mercado.
“As missões internacionais da Unifor são experiências acadêmicas imersivas que conectam nossos estudantes, docentes e pesquisadores a universidades, centros de inovação, empresas e instituições de referência em diferentes partes do mundo. Elas fazem parte da política institucional de internacionalização da Universidade e acontecem por meio de visitas técnicas, aulas, seminários, atividades culturais e networking acadêmico e profissional”, explica a vice-reitora de Ensino de Graduação e Pós-Graduação da Unifor, Katherinne Maciel.
A docente pontua que essas experiências contemplam tanto a pós-graduação quanto a graduação, porque a Unifor entende que a formação internacional não deve ser restrita apenas a etapas avançadas da vida acadêmica.
“Hoje, já desenvolvemos missões em diferentes áreas do conhecimento, como a Missão Londres, do CCS (Centro de Ciências da Saúde); a Missão Paris, do CCG (Centro de Comunicação e Gestão); a Missão Itália, do CCJ (Centro de Ciências Jurídicas); e experiências internacionais da Arquitetura, no CCT (Centro de Ciências Tecnológicas). Cada uma delas articula teoria, prática e vivência cultural de maneira muito singular”, afirma.
Quem já vivenciou a experiência avalia que ela amplia o pensamento e o conhecimento na mesma medida em que abre novas portas. A seguir, contamos como a Unifor tem impulsionado formações e carreiras ao colocar as missões como pilar estratégico de sua política de internacionalização. Com estudos prévios colaborativos e curadoria de docentes experientes, a experiência pode ser transformadora.
De Paris, o sonho de conhecer o mundo e o mercado do Design
Clarice Fernandes conta que sempre gostou muito de viajar e, por isso, estudou inglês desde cedo. Apaixonada por arte, buscava durante o ensino médio um curso de graduação que dialogasse com desenho e atividades manuais. Quando se matriculou no curso de Design da Unifor e soube da possibilidade das missões internacionais, já tinha o combo perfeito para vivenciar a experiência.
“Já falo [inglês] em nível avançado, então, com essa ajuda para ultrapassar barreiras de linguagem, criei mais coragem para ir atrás desse sonho de conhecer mais do mundo”, conta a estudante do 5º semestre.
Ela recorda que foi uma colega de turma que lhe contou sobre as missões internacionais. A aluna conversou com a família e viu que, financeiramente, era possível se organizar e tornar este sonho uma realidade. Foi assim que ela se somou à Missão Paris, no início deste ano.
“Passamos 12 dias lá e conhecemos muitos lugares, tanto monumentos e espaços mais comuns de turismo como também alguns museus da moda, além de termos tido a oportunidade de aprender sobre o mercado de luxo, visitando lojas de marcas de grife e conhecendo a profissão de personal shopper”, narra Clarice.
“A experiência abre horizontes para quem participa. Conhecer um pouco mais sobre a cultura de outro país, explorar a cidade, vivenciar o cotidiano dos moradores de lá, pegando transporte público, comendo em lugares característicos de lá, tudo isso enriquece demais.” — Clarice Fernandes, aluna do curso de Design
Ela acredita que, além de ser uma experiência relevante para o currículo, a missão agrega em habilidades como a capacidade de “se desenrolar” em contextos desafiadores e de se comunicar bem em outros idiomas. “Também é de extremo proveito a variedade de novas referências que se pode adquirir para possíveis projetos futuros”, acrescenta.
A aluna de Design conta que, na viagem, teve a oportunidade de visitar algumas instituições que fazem parceria com a Unifor, abrindo janelas para novas possibilidades de estudo no exterior.
“Nós conversamos com duas brasileiras que estudam em uma dessas instituições visitadas e pudemos ouvir um pouco sobre a experiência delas morando e trabalhando lá. As meninas foram super queridas, contaram pra gente sobre as vantagens e também sobre algumas dificuldades que existem, mas tudo com os pés no chão”, diz.
Clarice acredita que experiências como essa ainda durante a graduação se tornam um diferencial competitivo no mercado, já que contribui para a construção de um currículo diversificado logo cedo. “E nisso, a Unifor dá todo o apoio possível, promovendo muitas atividades que geram certificação, justamente para enriquecer os nossos currículos e nos garantir boas oportunidades após o encerramento dessa fase”, celebra.
A chance de conhecer a saúde pública da Inglaterra e descobrir novos caminhos
Era 2023, quando Débora Vieira se matriculou no curso de Nutrição da Unifor. Mas mesmo antes disso, quando ainda estava na escola, ela sonhava com a possibilidade de passar um tempo no exterior, em busca de novas experiências de vida e de oportunidades que a ajudassem a amadurecer tanto profissionalmente quanto pessoalmente.
Ela ficou sabendo da possibilidade das missões internacionais na própria Unifor, mas foi bastante estimulada pela mãe a mergulhar na vivência. Foi então para a Inglaterra, onde ficou durante duas semanas. “Participamos de muitas atividades sobre cursos da saúde no geral e conhecemos algumas universidades”, lembra a estudante.
Na Missão Londres, os alunos também conheceram como funciona a saúde pública do país e puderam dialogar com profissionais ingleses. “Tive muitos aprendizados e, por meio dessa viagem, minha visão acadêmica mudou”, admite.
Débora conta que a viagem já tinha o objetivo de mostrar experiências na área da saúde, levando os alunos a conhecerem instituições e profissionais do ramo. “Tivemos muitas oportunidades de networking e, apesar de serem culturas diferentes, nós aprendemos muitas coisas que acabamos não vendo tanto no Brasil. Então, eu, particularmente, vi muitas coisas que nunca imaginei que eu poderia agregar na minha formação e na minha futura profissão”, diz a aluna, que espera aplicar a experiência em novos projetos.
Débora detalha que, ao conhecer esta experiência internacional, pôde compreender sobre a atuação em saúde em contextos diferentes, com populações diferentes. “Acabei entrando na graduação e pensando em focar só em uma área específica, mas percebi que vai muito além de só um campo e que podemos crescer muito e mudar a vida de muitas pessoas”, acrescenta.
“Esta iniciativa de internacionalização transforma muito nossa carreira, pois além de proporcionar contato com novas culturas e ampliar nossa visão profissional e pessoal, nos ajuda a ter uma visão mais empática para sabermos lidar com contextos totalmente diferentes da nossa realidade.” — Débora Vieira, aluna do curso de Nutrição
Para ela, a internacionalização e a preparação para o mercado são diferenciais relevantes da Unifor, que oferecem muitas possibilidades para o desenvolvimento dos alunos. “Nós temos oportunidades de monitoria, de bolsa de iniciação científica, de projetos de extensão, o que nos mostra que é uma universidade que incentiva os alunos a irem além e crescerem como profissionais que vão se destacar e alcançar oportunidades únicas”, acredita.
Na Itália, abrir a mente e conhecer de estruturas jurídicas a novas culturas
Graduada e mestre em Direito, Julieta Aires está cursando agora o Doutorado em Direito Constitucional na Unifor. Ela conta que já participou de pelo menos duas missões internacionais, ambas na Itália. Em 2023, foi para a cidade de Pisa. No ano passado, esteve em Roma e Milão.
“Participo por prazer mesmo, gosto da vida acadêmica. Gosto de frequentar os restaurantes universitários e bibliotecas mundo afora. A biblioteca é o lugar mais acolhedor do mundo”, diz a egressa, que respondia a estas perguntas na Biblioteca da Unifor.
Ela conta que, durante a missão que participou em 2025, fez visitas às embaixadas, ao que corresponde ao Ministério da Cultura no Vaticano, à Câmara dos Deputados da Itália e ao escritório da União Europeia em Milão. “Tudo isso abre a mente”, diz. “Tive oportunidade de ver e ouvir pessoalmente autores como Luigi Ferrajoli e Tullio Scovazzi”, acrescenta.
Julieta já havia estado na Argentina pelo Grupo de Estudos e Pesquisas em Direitos Culturais da Unifor. Quando foi divulgado que o encontro internacional de direitos culturais seria na Itália, ela já havia decidido ir. Coincidiu com a missão, e ela acabou aproveitando as duas possibilidades.
“Essas experiências, em geral, têm a tendência de abrir portas. Então, para algumas pessoas, pode ser interessante mostrar essa experiência no trabalho. Normalmente, o trabalho da missão pode ser transformado em um artigo, isso também é bom economicamente. Eu faço pelo prazer mesmo de visitar outras culturas, de conhecer a vida nas outras universidades, o dia-a-dia de outras cidades. Isso já me satisfaz bastante, mas pode ser útil para outras pessoas em diversos campos”, sintetiza.
“As missões internacionais são uma ferramenta importante no sentido de universalização do conhecimento, de integração, de interação com outras universidades. Isso também abre portas porque conhecemos outras modalidades, outras pessoas, isso pode gerar um link para o futuro. O conhecimento não está só aqui, temos que procurar ele onde estiver, transmitir o nosso e captar os outros.” — Julieta Aires, doutoranda em Direito Constitucional na Pós-Unifor
Na Europa, contato direto com diferentes formas de pensar as cidades
Docente do curso de Arquitetura e Urbanismo da Unifor, André Araújo Almeida conta que a dimensão internacional sempre foi parte estruturante da sua formação. “Minha trajetória inclui experiências acadêmicas e profissionais fora do Brasil, como primeira graduação na Itália e participação em programas europeus posteriores, o que contribuiu diretamente para uma abordagem mais ampla e crítica da arquitetura e do urbanismo em contextos globais”, afirma.
Deste modo, ele conta que o envolvimento com as missões internacionais surgiu de forma orgânica, a partir das iniciativas de internacionalização da própria Unifor e das parcerias acadêmicas que ele vem desenvolvendo ao longo dos anos.
Um marco importante nesse processo foi a organização e a chegada da exposição Villa Tugendhat à Unifor, em 2023, iniciativa que o docente liderou como parte das articulações internacionais do curso de Arquitetura e Urbanismo. “Essa experiência foi fundamental para consolidar vínculos com instituições europeias e fortalecer o ambiente de cooperação internacional dentro da Universidade”, diz o docente.
Ele decidiu não apenas participar das missões, mas atuar diretamente na organização e coordenação delas, por entender que as iniciativas representam uma oportunidade estratégica de integrar teoria e prática em escala global, ampliar redes acadêmicas e proporcionar aos estudantes e professores uma experiência internacional qualificada, com impacto concreto na formação.
André tem atuado na coordenação acadêmica das missões internacionais em Arquitetura e Urbanismo, que vêm sendo realizadas desde 2023, com destinos como República Tcheca (Praga e outras cidades) e, mais recentemente, Itália, agora ampliando o programa didático para todo o Centro de Ciências Tecnológicas (CCT).
“Uma das principais contribuições das vivências é o contato direto com diferentes formas de pensar a cidade, o projeto e o planejamento urbano, especialmente em contextos europeus com forte tradição arquitetônica. Os alunos e professores vivenciam novas metodologias, processos criativos e abordagens críticas, além de experiências sensoriais e espaciais que só podem ser compreendidas in loco”, afirma André.
Na avaliação dele, o investimento da Unifor na internacionalização do corpo docente fortalece diretamente a qualidade do ensino e da pesquisa. “Professores com experiência internacional conseguem complementar seus conhecimentos nacionais, trazer referências a partir de outros olhares culturais, conexões globais e alimentando sua abordagem crítica e interdisciplinar na formação dos estudantes”, argumenta.
O professor reforça que as missões permitem incorporar novas metodologias de ensino, estudos de caso internacionais e abordagens comparativas entre diferentes contextos.
“A Unifor se destaca pela estrutura organizada das missões, pela integração entre ensino, pesquisa e extensão e pelo forte vínculo com instituições internacionais de excelência. A institucionalização de uma disciplina optativa nesse sentido é um enorme diferencial inovador em relação a outras instituições. Outro diferencial é o caráter interdisciplinar e aplicado das experiências, que vão além do turismo acadêmico e se configuram como processos formativos completos.” — André Almeida, docente do curso de Arquitetura e Urbanismo
Intercâmbio de experiências e de conhecimento
As missões internacionais integram a política de internacionalização da Universidade de Fortaleza ao aproximarem a instituição de universidades, centros de pesquisa e ambientes de inovação de diferentes países.
“Essas iniciativas fortalecem a presença internacional da Unifor, ampliam possibilidades de cooperação acadêmica e estimulam o intercâmbio de experiências e conhecimentos em diversas áreas”, aponta o supervisor docente da Diretoria de Relações Internacionais (DRI) da Unifor, Marcelo Dias Ponte.
O docente explica que, para os estudantes, as missões representam uma oportunidade de formação diferenciada, marcada pelo contato com novas culturas, idiomas, metodologias e perspectivas profissionais. Já no caso dos egressos, diz Marcelo, a experiência internacional agrega valor à trajetória acadêmica e profissional ao ampliar oportunidades de networking, inserção em redes globais e atuação em ambientes multiculturais.
Na prática, as iniciativas de internacionalização são fundamentais para fortalecer a qualidade acadêmica da graduação e da pós-graduação, pois promovem experiências conectadas às transformações globais do ensino, da pesquisa e da inovação.
Além de abraçar alunos e egressos, as missões internacionais possuem papel estratégico na qualificação de professores e pesquisadores da Unifor, pois ampliam oportunidades de atualização acadêmica, intercâmbio científico e desenvolvimento de parcerias institucionais internacionais.
“Essas experiências possibilitam contato direto com centros de excelência, novas abordagens pedagógicas, ambientes de inovação e tendências científicas internacionais, contribuindo para o fortalecimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas na instituição”, destaca Marcelo.
A Unifor incentiva a participação de seus docentes e pesquisadores por meio do apoio à mobilidade acadêmica e científica, da promoção de parcerias internacionais e do estímulo à participação em eventos e ações de cooperação internacional. Além disso, nos casos em que o professor acompanha institucionalmente grupos em missões acadêmicas, a Universidade oferece suporte financeiro para passagens, hospedagem e auxílio para despesas de alimentação e transporte.
“O incentivo à participação de docentes e pesquisadores em missões internacionais fortalece a internacionalização da Unifor ao ampliar sua inserção acadêmica e científica no cenário global. Essas experiências favorecem a construção de redes internacionais de cooperação, a aproximação com instituições estrangeiras e o desenvolvimento de iniciativas conjuntas nas áreas de ensino, pesquisa e inovação.” — Marcelo Ponte, supervisor docente da Diretoria de Relações Internacionais da Unifor
Uma experiência que marca o currículo e transforma pessoas
O fato é que as missões internacionais ampliam profundamente o repertório dos participantes porque colocam discentes e docentes em contato direto com diferentes realidades acadêmicas, sociais, econômicas e culturais.
“Essas experiências promovem vivências que transformam a maneira como os participantes percebem o mundo, fortalecendo competências como autonomia, pensamento crítico, comunicação intercultural, adaptabilidade e visão estratégica, habilidades cada vez mais essenciais para profissionais do século XXI”, afirma a vice-reitora de Ensino de Graduação e Pós-Graduação da Unifor, Katherinne Maciel.
Hoje, salienta Katherinne, o mercado valoriza profissionais capazes de atuar em contextos complexos, multiculturais e em constante transformação. A experiência internacional sinaliza exatamente isso: iniciativa, abertura ao novo, capacidade de adaptação e repertório ampliado.
“Além do ganho acadêmico, os estudantes passam a desenvolver competências socioemocionais e profissionais muito relevantes, como resolução de problemas, networking global e comunicação em ambientes diversos. Muitos retornam das missões com uma percepção mais clara sobre suas trajetórias profissionais, interesses de pesquisa e possibilidades de atuação internacional. É uma experiência que marca o currículo, mas, principalmente, transforma a forma como o estudante compreende o mundo e o próprio papel profissional nele”, afirma a docente.
Katherinne ressalta que as missões funcionam como espaços de conexão. Elas aproximam os participantes de universidades, pesquisadores, empresas e profissionais de diferentes países, criando redes que frequentemente se desdobram em novas oportunidades acadêmicas e profissionais. “Muitos estudantes passam a considerar possibilidades que antes pareciam distantes, como participar de projetos internacionais de pesquisa ou atuar em empresas com presença global”, sinaliza.
A vice-reitora lembra que vivemos em um mundo cada vez mais interconectado, e a formação universitária precisa dialogar com essa realidade. “As missões internacionais permitem que estudantes, docentes e pesquisadores compreendam, de maneira prática, as dinâmicas globais contemporâneas”, pontua. Os benefícios, segundo ela, são amplos:
- ampliação de repertório cultural e acadêmico,
- acesso a novas metodologias,
- fortalecimento de redes internacionais,
- desenvolvimento de competências interculturais,
- aproximação com tendências mundiais em diferentes áreas do conhecimento.
“As missões internacionais fortalecem o ensino e a pesquisa ao promover intercâmbio de conhecimento e aproximação com instituições estrangeiras. Docentes e pesquisadores retornam dessas experiências trazendo novas metodologias, referências e debates para a sala de aula, tornando o aprendizado mais atualizado e conectado às discussões globais. Além disso, essas vivências despertam o interesse dos estudantes pela internacionalização e ampliam suas perspectivas acadêmicas e profissionais.” — Katherinne Maciel, vice-reitora de Ensino de Graduação e Pós-Graduação da Unifor
Atualmente, a Unifor está com duas iniciativas com inscrições abertas para 2026: a Missão Portugal e a Missão Itália. Escolha a missão internacional que mais combina com seu perfil, garanta a sua vaga e viva experiências únicas na sua área profissional em outro país!
Esta notícia está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, contribuindo para o alcance do ODS 4 – Educação de Qualidade, ODS 8 – Trabalho Decente e Crescimento Econômico e ODS 17 – Parcerias e Meios de Implementação.
A Universidade de Fortaleza reafirma seu compromisso com a excelência acadêmica e a cidadania global por meio de suas missões internacionais. Ao integrar conhecimento, inovação e parcerias estratégicas, a instituição transforma a vivência internacional em um diferencial concreto, preparando profissionais com ampla visão de mundo para se destacarem em suas carreiras.