seg, 23 fevereiro 2026 11:56
25 anos de mãos dadas com a Cidadania Ativa
Do teatro infantil às orientações sobre prevenção a fraudes bancárias, o Programa Cidadania Ativa transforma informação em empoderamento social. Há 25 anos, a iniciativa do Centro de Ciências Jurídicas da Universidade de Fortaleza promove acesso a direitos e formação cidadã dentro e fora do campus.

Crianças de escolas da rede pública são apresentadas aos seus direitos com linguagens lúdicas, do desenho ao teatro. Idosos têm orientações sobre seu estatuto ou como se proteger de fraudes bancárias. Independente da idade, o público acessa conhecimento sobre finanças pessoais e práticas conscientes de consumo e prevenção ao superendividamento. Podcasts são realizados para divulgar direitos e instituições de proteção ao cidadão.
Há 25 anos, o Programa Cidadania Ativa promove ações gratuitas relacionadas à promoção dos interesses coletivos da comunidade e dos direitos e deveres dos cidadãos. O projeto do Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) da Universidade de Fortaleza (Unifor), instituição vinculada à Fundação Edson Queiroz, é aberto à participação voluntária de alunos de todos os cursos e de todos os semestres.
São várias iniciativas, que contam com a orientação de um professor voluntário e possuem diversas temáticas, como infância e juventude, idosos, consumidor, discussão literária, meio ambiente, cidadania para crianças e direitos humanos. Em geral, os alunos se reúnem quinzenalmente e elaboram atividades: palestras, seminários, panfletagem, elaboração de peças teatrais, elaboração de cartilhas e produção de materiais informativos destinados a escolas e instituições públicas.
É uma chance de ver o direito sair das letras da lei e aparecer nas ruas. Desde os primeiros semestres, o estudante que participa do PCA tem a possibilidade de ver a importância do conhecimento dos direitos, especialmente para pessoas moradores de comunidades mais carentes, transformando vidas.
“O PCA tem como objetivo promover o diálogo sobre direitos humanos, cidadania, responsabilidade social e ambiental”, afirma o assessor de Atividades Extensionistas do CCJ, Erick Cysne, que há 11 anos atua como supervisor do programa.
Tudo começou em 2001. Alunos do Escritório de Prática Jurídica (EPJ) identificaram que muitas demandas poderiam ser evitadas se a população tivesse mais acesso à informação sobre seus direitos. A ideia inicial foi a realização de um seminário voltado a líderes comunitários da Comunidade do Dendê, vizinha ao campus da Unifor.
“Após ampla articulação, em maio daquele ano, durante dois sábados, o evento foi realizado com significativa participação do público. Desde então, o PCA manteve suas atividades de forma contínua, inclusive durante o período da pandemia, quando promoveu palestras virtuais e divulgou orientações jurídicas por meio das redes sociais”, conta o professor Erick, que participou da criação do programa, na época, como aluno.
O que começou com uma ação única virou um programa que já atravessa duas décadas e meia. Neste semestre de 2026.1, são dez projetos com inscrições abertas até dia 27 de fevereiro.
O compromisso com a sociedade levado à diplomacia
A diplomata Lara Lobo foi convidada por colegas e professores a participar do Programa Cidadania quando cursava Direito na Unifor. Ela, que se formou em 2007, recorda que a proposta unia ação social, educação e formação para a cidadania em comunidades da periferia de Fortaleza. A possibilidade de ensinar, uma paixão que sempre a moveu, a atraiu de cara.
“A experiência do Cidadania Ativa envolvia muito cuidado, desde as reuniões preparatórias e de orientação com as professoras e todos os voluntários até o dia das ações realizadas nas escolas e comunidades”, conta a egressa. Segundo ela, era uma vivência de aprendizado, estudo e preparação para transmitir conhecimento e informações sobre cidadania de uma forma simples, direta e acessível a diversos públicos.
“Era ver o direito sair dos livros e dos códigos e ir para o coração e a mente das pessoas. Tivemos muitos momentos ricos de partilhas emocionantes, em que aqueles que recebiam as informações manifestavam grande gratidão por se sentirem mais empoderados após conhecerem seus direitos”, conta Lara.
Uma ação inesquecível para ela foi quando realizaram uma formação de assistentes de uma comunidade de pessoas com deficiência (PcD). “Ver o brilho no olhar de quem passa a ser conhecedor de seus direitos e obrigações é inestimável”, afirma.
Ao longo dos anos, Lara conta que viu o programa engajar cada vez mais alunos e voluntários, que se interessavam em fazer parte de um projeto que tinha claros resultados objetivos na sociedade. “Vi a ampliação para diversas outras áreas que iam além do direito”, diz.
“O PCA permite aos voluntários envolvidos traduzir a letra da lei em conhecimento palpável e real para quem precisa conhecê-la. A educação cidadã permite que a transformação social aconteça na base, por meio do conhecimento e da prática. Somente através da conscientização sobre o poder do que é ser um cidadão detentor de direitos e deveres uma sociedade avança de forma mais justa, solidária e ordeira” — Lara Lobo, diplomata e egressa do curso de Direito da Unifor
Para Lara, o programa presta grande contribuição social e impacta a vida de milhares de pessoas que passaram a conhecer o que rege a cidadania em nosso país. “Essas pessoas certamente são multiplicadoras de conhecimento e atuam de forma mais consciente em suas comunidades”, acredita.
A egressa conta que o Cidadania Ativa reiterou sua vocação de servidora pública e ensinou que é preciso estar a serviço da sociedade se quisermos ver transformações reais.
“Somente a nossa ação concreta e contribuição engajada pode gerar os frutos que almejamos: uma sociedade mais justa, pacífica, igualitária e democrática. Hoje, sirvo ao Brasil como diplomata, sempre consciente de meu dever cidadão de contribuir para o desenvolvimento de nosso país por meio das ações de política externa”, afirma.
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Cidadania como uma prática diária
Ana Cleia Ribeiro Veras acessava as redes sociais quando viu um post de um colega sobre o Programa Cidadania Ativa. “Fiquei muito interessada”, conta a aluna do 7° semestre em Fonoaudiologia. Ela diz acreditar que cidadania não é só um direito, é uma prática diária. “E dentro da própria fonoaudiologia, busco muito isso. Ir além das teorias em sala de aula, mas buscar a humanização da vivência. Ter tido essa oportunidade, para mim, foi uma forma de alinhar valores pessoais com ação coletiva. E amei poder contribuir com o programa”, afirma.
A estudante diz que a experiência no PCA a fez perceber que informação, escuta e participação transformam realidades. “Em particular, gostei bastante de fazer as visitas com o público jovem. Poder mostrar para eles que, quando entendemos nossos direitos e deveres e os caminhos para agir, deixamos de ser espectadores e passamos a ser agentes de mudança”, narra.
Para ela, o programa representa a oportunidade de trocar experiências e contribuir de forma concreta para uma sociedade mais justa, ética e participativa. “Isso já é uma grande transformação. Não apenas para as pessoas que recebem essas orientações através do programa, mas também para quem participa como professores e alunos”, analisa.
Ana Cleia acredita que a relevância do programa está em formar pessoas que pensam, sentem e agem como cidadãos, não apenas como indivíduos isolados. “Além de fortalecer a democracia, promovendo conhecimento dos direitos e deveres, desenvolvendo a consciência crítica, estimulando o protagonismo de cada um”, opina.
“O Programa Cidadania Ativa deve celebrar as transformações, a construção do fortalecimento do saber no cotidiano, multiplicando conhecimento e práticas cidadãs em diferentes espaços da sociedade” — Ana Cleia Ribeiro, aluna do curso de Fonoaudiologia da Unifor
Edite Ferreira dos Santos Silva tem 66 anos e é estudante de Direito. Conheceu o Cidadania Ativa quando seu filho fez o mesmo curso, anos atrás. Ao começar a graduação, em 2023, foi influenciada pelas colegas a participar. “Disseram que era muito bom, muita experiência para nós sobre as áreas e, assim, para também lidar com as pessoas. Então, resolvi participar”, conta.
Participou do projeto de educação financeira e de Direito Ambiental: Patrimônio Ambiental de Fortaleza, no qual conheceu o Museu do Mangue. “Foi uma experiência maravilhosa e para a carreira acadêmica também, porque tudo isso influi na nossa carreira acadêmica, mesmo sendo a área do direito, mas faz parte do direito ambiental, o direito às finanças, sobre as finanças das pessoas”, conta.
“Gostei muito do Programa Cidadania Ativa. Eu indico para qualquer um. Dentro do meu tempo de estudo, assim que dá para participar, eu participo. E eu vou participar sempre, enquanto eu estiver na Universidade” — Edite Ferreira, aluna do curso de Direito
Agora, Edite se prepara para participar do Direitos Humanos das Mulheres, projeto do PCA com atividades em escolas sobre o combate à violência doméstica.
Conheça os projetos do Programa Cidadania Ativa:
Brincando com Livros
Trabalha temas do Direito com crianças da rede pública de ensino por meio da linguagem lúdica da literatura infantil, da poesia, do teatro, da música, da dança, da pintura e do desenho. A iniciativa busca despertar a consciência cidadã desde a infância, promovendo debates sobre cidadania a partir de obras literárias voltadas para o público da educação infantil e do ensino fundamental menor. A seleção dos participantes será realizada no primeiro encontro do projeto.
Direito Ambiental: Patrimônio Ambiental de Fortaleza
O projeto promove, por meio da extensão universitária, a valorização, preservação e difusão do patrimônio ambiental de Fortaleza, articulando ações educativas, investigativas, culturais e comunitárias que integrem universidade e sociedade no marco dos 300 anos da cidade, visando fortalecer a consciência socioambiental, ampliar o acesso ao conhecimento, estimular a participação social na gestão dos ecossistemas urbanos e contribuir para a construção de práticas sustentáveis e de um futuro ambientalmente mais justo e resiliente.
Direitos da Pessoa Idosa e PCDs
Foca na divulgação de direitos previdenciários e sociais das pessoas idosas e com deficiência, além de realizar atividades educativas e lúdicas.
Direitos Civis para o Exercício da Cidadania
Tem como foco a disseminação de informações sobre os direitos e deveres dos cidadãos. Por meio de palestras, debates e ações de panfletagem, a iniciativa busca promover a conscientização da população acerca dos direitos civis, incentivando o exercício pleno da cidadania e a participação ativa na sociedade.
Educação Financeira
O projeto oferece palestras e seminários voltados para crianças, adolescentes e adultos, com o objetivo de promover o conhecimento sobre finanças pessoais e orientar a população sobre práticas conscientes de consumo e prevenção ao superendividamento.
Educação Jurídica Comunitária
Promove palestras em escolas públicas abordando diversos temas do Direito, com foco na formação cidadã de adolescentes e adultos, contribuindo para o esclarecimento de direitos e deveres fundamentais da vida em sociedade.
POD Cidadania
Podcasts voltados à divulgação de direitos e das instituições de proteção ao cidadão. Os episódios também incluem bate-papos com profissionais de destaque na área jurídica, abordando suas trajetórias de vida e carreira, com o objetivo de inspirar e informar o público
Quinta Literária
O projeto promove debates sobre clássicos da literatura brasileira e estrangeira a partir de uma abordagem interdisciplinar jurídica, literária, sociológica, econômica, psicológica, filosófica e jornalística. As atividades, voltadas para estudantes de escolas públicas, são conduzidas de forma lúdica, estimulando o pensamento crítico e a integração entre saberes.
Traços da Internacionalização: Júri Dissimulado
Realização de palestras e seminários em escolas públicas sobre ética, justiça e cidadania, por meio da análise de quadrinhos.
Direitos Humanos das Mulheres
O projeto realizará atividades em escolas sobre o combate à violência doméstica, orientando sobre órgãos de defesa e direitos das mulheres, com palestras e elaboração de cartilhas
Romper distâncias entre teoria e realidade
Professor do curso de Direito, João Araújo Monteiro Neto conta que participou da fundação do Programa Cidadania Ativa ainda como aluno, integrando sua primeira atividade. “Foi um momento simbólico e transformador, pois vivenciávamos o nascimento de uma iniciativa que estruturava, de forma concreta, o compromisso social da Universidade”, afirma.
Segundo João, o programa surgiu em um contexto em que a Unifor consolidava sua compreensão de que ensino, pesquisa e extensão deveriam dialogar de maneira orgânica. “A proposta era clara: aproximar o estudante das realidades sociais e permitir que o conhecimento acadêmico gerasse impacto concreto”, diz.
Anos depois, João retornou ao programa como orientador e, posteriormente, como professor, acompanhando novas gerações. “Essa trajetória — de estudante participante a docente — me permitiu observar a maturidade institucional do Cidadania Ativa e sua consolidação como política permanente de formação cidadã”, avalia.
Para o docente, ao longo de 25 anos, o programa consolidou-se como uma das mais relevantes iniciativas de extensão universitária da Unifor, com os seguintes resultados:
- Formação de milhares de estudantes com consciência social ampliada;
- Impacto direto em comunidades vulneráveis;
- Integração efetiva entre teoria e prática;
- Desenvolvimento de projetos inovadores reconhecidos nacionalmente;
- Fortalecimento da cultura institucional de responsabilidade social.
João destaca, porém, que o maior resultado é qualitativo: profissionais formados com sensibilidade social, ética e compromisso com a transformação da realidade.
“Vejo o Programa Cidadania Ativa como uma política institucional madura e estratégica. Em um mundo marcado por transformações tecnológicas e novos desafios sociais, a formação técnica precisa estar acompanhada de formação ética e cidadã” — João Araújo Monteiro Neto, docente do curso de Direito
O docente salienta que o programa conecta o conhecimento acadêmico à realidade concreta. “Para a sociedade, representa acesso a direitos, informação e inclusão. Para o estudante, representa propósito, empatia e protagonismo. Ele reafirma o papel social da universidade como agente de desenvolvimento humano”, pontua.
Na prática, João conta que o PCA marcou profundamente sua trajetória. O contato direto com demandas sociais concretas influenciou sua atuação acadêmica e profissional, reforçando a convicção de que o direito deve estar orientado à promoção da dignidade humana e ao fortalecimento da cidadania. O Cidadania Ativa também contribuiu para sua visão de que inovação, governança e tecnologia precisam estar a serviço da inclusão e da transformação social.
“Participar como aluno foi uma experiência de ampliação de consciência. Retornar como orientador e professor foi um exercício de responsabilidade formativa”, considera.
Ele diz ter visto estudantes que chegaram inseguros saírem líderes comunitários, profissionais mais conscientes e agentes de mudança. “O programa transforma vidas porque proporciona vivência real, contato com desafios concretos e a percepção de que o conhecimento pode — e deve — gerar impacto social positivo. Ele rompe a distância entre teoria e realidade”, declara.
O egresso e docente guarda dois momentos marcantes da experiência no Programa Cidadania Ativa. O primeiro foi o reconhecimento nacional do PCA pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em 2008, por meio do Prêmio Innovare, o que demonstrou que a iniciativa extrapolava os limites da Universidade e se tornava referência de inovação social e jurídica no país.
O segundo foram as atividades desenvolvidas na rádio comunitária do Dendê. “Levar informação jurídica e cidadã por meio de um canal acessível à comunidade mostrou, de forma concreta, como a universidade pode dialogar com a população e democratizar conhecimento. Aqueles momentos evidenciaram o verdadeiro espírito do programa: proximidade, escuta e transformação”, avalia.
Formação mais humana e desenvolvimento de habilidades
O Programa Cidadania Ativa oferece à comunidade externa acesso a informações essenciais sobre direitos e deveres do cidadão. “Esse conhecimento tem potencial transformador, pois impacta diretamente a vida das pessoas, de suas famílias e do meio em que vivem, além de ampliar a compreensão sobre os órgãos responsáveis pela proteção do cidadão”, explica o supervisor Erick Cysne.
Ele acrescenta que o aluno voluntário do PCA, independentemente do curso, tem a oportunidade de desenvolver uma visão humanística da sua futura atuação profissional. “É comum, por exemplo, alunos dos primeiros semestres do curso de Direito elaborarem cartilhas ou ministrarem palestras sobre temas que só veriam formalmente ao final da graduação, o que fortalece o aprendizado desde cedo”, pontua.
Além disso, destaca o docente, a participação no programa contribui para o desenvolvimento de habilidades como trabalho em equipe, organização e oratória, fundamentais para a vida pessoal e profissional, reforçando a importância do compromisso social por meio do conhecimento.
Erick informa que os projetos do PCA variam a cada semestre, embora alguns sejam desenvolvidos há mais de 15 anos. Cada iniciativa contempla uma temática específica e um público determinado.
“As ações vão desde atividades lúdicas para crianças, como peças teatrais, até orientações voltadas a pessoas idosas, com foco em prevenção a fraudes bancárias e endividamento, além de falar sobre o Estatuto da Pessoa Idosa. Há ainda projetos relacionados aos direitos das pessoas com deficiência, à formação cidadã de adolescentes e a debates sobre obras literárias nacionais e estrangeiras, com a participação de professores convidados, alunos voluntários e estudantes do ensino médio de escolas públicas”, detalha.
Além do reconhecimento com o Prêmio Innovare, Erick afirma que é perceptível o impacto direto das ações do PCA quando se retorna a escolas atendidas em semestres anteriores, onde os estudantes demonstram maior consciência sobre seus direitos e conhecimento sobre os órgãos de proteção.
“No âmbito interno, é gratificante acompanhar ex-alunos voluntários atuando hoje em cargos públicos relevantes, relatando como a experiência no PCA influenciou positivamente sua trajetória acadêmica, pessoal e profissional”, celebra.
O docente reconhece que, desde a concepção inicial, a Unifor sempre apoiou o Programa Cidadania Ativa, oferecendo suporte logístico, transporte, auditórios, espaços para reuniões e divulgação institucional. “Esse apoio contribui para elevar o padrão das ações desenvolvidas, além de incentivar a participação voluntária de professores e alunos de todos os cursos. Atualmente, o PCA possui sala própria e equipe de apoio no Centro de Ciências Jurídicas”, elenca.
“Os projetos do PCA representam um importante diferencial da Unifor, especialmente por integrarem ensino, extensão e pesquisa. Ao participar das ações, o aluno aprofunda seus estudos, elabora materiais educativos, vivencia experiências de fala em público e aplica, na prática, o conhecimento adquirido em sala de aula” — Erick Cysne, professor do curso de Direito e assessor de Atividades Extensionistas do CCJ
Erick também lembra que as atividades do programa incentivam a produção acadêmica, possibilitando o desenvolvimento de artigos científicos a partir das experiências e dos problemas sociais identificados ao longo dos projetos. “O aluno voluntário do PCA tem a possibilidade de ter uma formação diferenciada, enriquecendo seu currículo nos eixos ensino, pesquisa e extensão”, finaliza.
Estude na Unifor em 2026.1
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Esta notícia está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, contribuindo para o alcance do ODS 4 – Educação de Qualidade, do ODS 10 – Redução das Desigualdades e do ODS 16 – Paz, Justiça e Instituições Eficazes.
A Universidade de Fortaleza, instituição vinculada à Fundação Edson Queiroz, reafirma seu compromisso com a promoção de uma educação inclusiva, equitativa e de qualidade, com a redução das desigualdades por meio da democratização do conhecimento e com o fortalecimento institucional, ao transformar a produção acadêmica em iniciativas que geram impacto social positivo e contribuem para o desenvolvimento sustentável.