Profissionais de excelência para a nova era da energia

seg, 23 março 2026 12:01

Profissionais de excelência para a nova era da energia

O avanço das energias renováveis e das tecnologias de baixo carbono está redesenhando o mercado de trabalho. Na Universidade de Fortaleza, formações voltadas para energia, sustentabilidade e inovação preparam profissionais para atuar em um dos campos mais dinâmicos da economia global.


Com o avanço acelerado das fontes renováveis e o fortalecimento da agenda climática, cresce a demanda por especialistas capazes de liderar a transformação do setor energético (Foto: Getty Images)
Com o avanço acelerado das fontes renováveis e o fortalecimento da agenda climática, cresce a demanda por especialistas capazes de liderar a transformação do setor energético (Foto: Getty Images)

A emergência climática e a necessidade de buscar segurança energética sem abrir mão de reduzir as emissões de carbono tornaram a transição energética uma meta do presente. Ao redor do mundo, o avanço das fontes renováveis — como solar, eólica e biomassa — tem acelerado investimentos públicos e privados, impulsionado a inovação e ampliado a necessidade de profissionais preparados para atuar em um setor em plena expansão.

O Brasil e o Ceará ocupam posição estratégica nesse cenário. Com abundância de recursos naturais e uma matriz elétrica já considerada uma das mais limpas do planeta, o país tem ampliado rapidamente sua participação em fontes renováveis. O Estado nordestino, por sua vez, já produz energia eólica e solar e, mais recentemente, se tornou um hub de hidrogênio verde (H2V).

O desenvolvimento do setor carrega consigo uma demanda crescente por profissionais qualificados e especializados. Para se ter uma ideia do tamanho deste mercado de trabalho, a International Energy Agency (IEA) aponta que o emprego no setor de energia cresceu 3,8%, em 2023, alcançando 67 milhões de trabalhadores, impulsionado principalmente por tecnologias limpas. Em 2024, esse número chegou a 76 milhões de empregos pelo mundo.

Diante da necessidade latente de profissionais qualificados para projetar, instalar, operar e gerenciar sistemas de energia renovável, a Universidade de Fortaleza (Unifor), vinculada à Fundação Edson Queiroz, oferece diferentes cursos, da graduação à pós-graduação.

A formação conta com disciplinas (inclusive ministrada em inglês), projetos de pesquisa e cursos voltados para energias renováveis, sustentabilidade e novas tecnologias energéticas, além dos tradicionais programas de intercâmbio com universidades e institutos parceiros, um forte projeto de internacionalização da Universidade.

Conheça os cursos da Unifor para atuar na transição energética:

“Essas formações buscam aproximar o conhecimento teórico das demandas reais do setor, preparando os alunos para compreender tanto os aspectos técnicos quanto os impactos econômicos e ambientais das transformações no sistema energético”, afirma o professor do curso de Energias Renováveis, Paulo Henrique Pereira Silva.

Ele reforça que a transição energética hoje é uma agenda global estratégica, com países e empresas investindo cada vez mais em energias renováveis, eletrificação, biocombustíveis e novos vetores energéticos, como o hidrogênio verde, tanto por questões ambientais quanto por competitividade econômica. “No Brasil, o cenário é especialmente favorável, já que temos uma matriz elétrica relativamente limpa e um grande potencial de expansão em solar e eólica”, diz o doutor em Engenharia Elétrica.

No Ceará, afirma o docente, esse movimento ganha ainda mais força devido às excelentes condições de geração renovável e à posição estratégica para exportação de energia e derivados energéticos. “Isso tem atraído projetos e investimentos importantes, especialmente ligados ao hidrogênio verde, colocando o estado em destaque no debate internacional sobre transição energética”, pontua.

A coordenadora da Especialização em Gestão de Energias Renováveis, Camylla Melo, aponta que a transição energética está criando novos setores econômicos, como hidrogênio verde, mobilidade elétrica, armazenamento de energia e redes inteligentes.

“Com isso surgem novos cargos e amplia a atuação de profissionais de áreas como engenharia, finanças, direito e gestão de projetos. O mercado busca perfis híbridos, que integrem conhecimento técnico e estratégia. Por ser um tema global, a área também oferece muitas oportunidades de atuação e carreira internacional”, salienta.

Quem passou pela Unifor já está fazendo carreira na área. Vamos conhecer histórias de quem está desbravando este mercado promissor?

Da Engenharia Elétrica à gerente de projetos de energia solar

Eduarda Beroldt é gerente de projetos na KAP Energia Solar. Ela conta que se matriculou no curso de Engenharia Elétrica da Unifor influenciada pelo pai, que atuava no ramo, e maravilhada pela estrutura completa do campus. Sabia que estava escolhendo um curso amplo e não demorou a despertar o interesse pelo campo de energias renováveis. 

“Desde o início do curso, eu já tinha interesse em atuar nessa área mais voltada para a transição energética, principalmente na parte de projetos. Durante a graduação, fui me direcionando mais para isso através das experiências que fui tendo”, conta a egressa, que se formou no início deste ano.

Ainda durante a graduação, foi selecionada para o primeiro estágio em uma empresa de energia solar de um professor da própria Unifor, e ali teve um primeiro contato mais prático com esse setor. “Depois cheguei a trabalhar em outras áreas dentro da engenharia, mas acabei voltando para uma empresa de energia solar, que é um mercado que está crescendo bastante e tem muitas oportunidades”, afirma.

Hoje, como gerente de projetos na KAP Energia Solar, Eduarda acompanha o desenvolvimento de projetos principalmente voltados para energia solar e soluções de eficiência energética. “Meu trabalho envolve o planejamento e a organização das etapas dos projetos, análise técnica e acompanhamento das atividades junto às equipes e clientes”, explica.

Ela também faz o acompanhamento da operação e manutenção das usinas solares, analisando a geração de energia e identificando possíveis falhas ou perdas de desempenho que possam ocorrer, para entender o que pode estar impactando a produção. “Esse tipo de trabalho está muito ligado à transição energética, porque envolve justamente o desenvolvimento e a gestão de soluções baseadas em energia renovável, além de buscar formas de tornar o uso da energia mais eficiente”, pontua.

Eduarda destaca que a Unifor teve um papel importante na sua formação porque, ao longo do curso, teve contato com disciplinas que dão uma base forte na área elétrica, como sistemas de potência, energia e projetos elétricos. “Essa base foi fundamental para entender melhor como funcionam os sistemas de geração e distribuição de energia”, afirma.

Além disso, ela destaca que a Universidade também proporciona uma boa estrutura de laboratórios e incentiva muito a conexão com o mercado. “Foi, inclusive, através da Unifor que surgiu meu primeiro estágio na área de energia solar, com um professor do curso, e essa experiência acabou me direcionando ainda mais para o setor de energias renováveis e para o mercado de transição energética”, celebra.


“Acredito que a formação da Unifor está muito alinhada com o que o mercado exige, principalmente pela base técnica que o curso proporciona e também pelas atividades mais práticas. Ao longo da graduação, tivemos contato com disciplinas importantes da área elétrica, que ajudam a entender bem o funcionamento dos sistemas de energia. Além disso, a Universidade incentiva muito o contato com o mercado, seja através de estágios, professores que também atuam na área ou projetos práticos. Isso ajuda bastante porque você consegue aplicar na prática o que aprende em sala e já começa a entender melhor as demandas reais do setor.”Eduarda Beroldt, egressa do curso de Engenharia Elétrica

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Espaço para atuar e empreender na área

Quando Eduardo Napravnik iniciou o curso de Engenharia Elétrica na Unifor, ainda não pensava em atuar na área de transição energética. O curso oferecia um amplo campo de atuação, mas, ao longo dos semestres, ele passou a se interessar mais diretamente por projetos de geração de energia a partir de fontes alternativas.

“Nesse contexto, voltei minha atenção para fontes como eólica, biocombustíveis, hidrogênio verde e energia fotovoltaica. Foi assim que direcionei meu interesse profissional para a área de transição energética, com foco em soluções que contribuam para a redução das emissões de gases de efeito estufa e para a ampliação da participação de fontes cada vez mais limpas na matriz energética”, conta.

Atualmente, Eduardo atua como planejador de equipes responsáveis pela execução de serviços para a Enel. Paralelamente, está acompanhando a possibilidade de participação em um recente chamamento público da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) voltado ao tema da transição energética.

“Esse projeto possivelmente contará com uma empresa parceira responsável pela concepção técnica, enquanto a empresa na qual atuo ficará encarregada da parte operacional. O objetivo é utilizar resíduos provenientes da poda, um dos serviços prestados pela empresa, como biocombustível para abastecimento de uma usina de geração de energia”, explica.

Além disso, Eduardo diz que está estruturando a abertura de uma empresa de engenharia, a ENAS Engenharia, juntamente com um colega. “A empresa terá também prestação de serviços relacionados à transição energética, incluindo projetos de geração distribuída e geração centralizada a partir de fontes renováveis, além de consultoria para migração ao mercado livre de energia, entre outras soluções”, planeja. Segundo o egresso, a expectativa é que a empresa entre em operação até junho. 

Eduardo ainda conta que atuou por três anos no mercado de consultoria técnica especializada na área de energia. “Nesse período, desenvolvi projetos relacionados a usinas de geração eólica e fotovoltaica, tanto no contexto de geração distribuída quanto de geração centralizada. Também participei de projetos voltados à qualidade de energia, migração para o mercado livre e estruturação de parcerias público-privadas (PPP’s), com atuação específica na frente técnico-financeira, além de trabalhos nas áreas de eficiência energética e iluminação pública”, acrescenta.

A formação na Unifor foi fundamental para dar base a todas essas experiências profissionais. O egresso destaca que, além de o fluxograma do curso já contemplar temas diretamente relacionados à transição energética, o corpo docente é bastante competente na abordagem desse movimento global em sua prática de ensino. “Ao longo das aulas, os professores conseguiram, na minha visão, incorporar essa temática de forma clara e relevante aos conteúdos trabalhados, contribuindo para uma formação alinhada às demandas atuais do setor energético”, aponta.

No que diz respeito à formação na Unifor, o egresso pontua que há disciplinas diretamente voltadas ao estudo de fontes de energia limpa, como hidrelétrica, eólica e fotovoltaica. Além disso, a abordagem adotada pelo corpo docente não se limita apenas aos aspectos teóricos, mas também busca integrar a dimensão prática, o que contribui para uma formação mais aplicada e alinhada às exigências do setor.


“O curso [de Engenharia Elétrica da Unifor] aborda temas diretamente ligados à transição energética, como fontes limpas e renováveis, e o corpo docente consegue conectar bem a teoria com aplicações reais do setor.”Eduardo Napravnik, egresso de Engenharia Elétrica

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Pesquisa em Hidrogênio Verde

Professora e pesquisadora, Tatyane Mityko Dias Fussuma está cursando Especialização em Hidrogênio Verde na Unifor. “Dentre as pós-graduações de hidrogênio verde que encontrei no mercado, a pós da Unifor era a mais completa e específica para o tema”, diz ela.

Por se tratar de um assunto de pouco domínio no mercado, Tatyane reconhece que são poucos os profissionais capacitados a discutir esta temática de forma prática e aprofundada. “Mas a Unifor conseguiu reunir os melhores professores e profissionais da área, que, além do conhecimento teórico, nos repassam suas experiências empíricas do mercado de trabalho”, celebra. 

Desde a graduação em Engenharia Elétrica, Tatyane se interessava por energia solar. Depois do curso, ela iniciou um mestrado na Universidade de São Paulo (USP) com pesquisa em Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono. Atualmente, trabalha como pesquisadora em projetos de energias renováveis e como professora em um MBA de hidrogênio verde em Teresina, no Piauí, onde mora.

“Recentemente, trabalhei como Consultora Comercial Master na concessionária de energia Equatorial Piauí, onde tive o privilégio de auxiliar os maiores clientes do Estado, como as grandes indústrias e shoppings, bem como os stakeholders de energia solar e eólica, além das futuras fábricas de hidrogênio verde e datacenters que irão se instalar no Piauí”, comenta a aluna.


“A pós-graduação da Unifor [em Hidrogênio Verde] possibilitou ampliar meu conhecimento na área e desenvolver mais meu senso crítico sobre os desafios do hidrogênio, incluindo as mudanças que a população, entidades governamentais e políticas deverão realizar para possibilitar que o hidrogênio se concretize como o combustível do futuro.”Tatyane Mityko Dias Fussuma, aluna da Especialização em Hidrogênio Verde na Unifor

Tatyane acredita que, devido às mudanças climáticas crescentes, a temática da transição energética se consolida cada vez mais nos diversos setores da economia. Por isso, é fundamental que profissionais que desejam atuar na área se capacitem para poder colaborar de forma ativa para uma descarbonização mundial.

Nesta perspectiva, ela destaca como diferenciais da Unifor a oferta de aulas online e presenciais, com uma frequência quinzenal possibilitando maior absorção e constância no conhecimento proposto.

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A posição estratégica do Ceará na área 

A transição energética é uma das questões mais relevantes para a sustentabilidade e para o futuro do planeta, segundo a coordenadora Camylla Melo, porque envolve a mudança do modelo atual de produção e consumo de energia que hoje é baseado, principalmente, em combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás) para um sistema energético mais limpo, renovável e eficiente.

Com muitos países se comprometendo com essa transição, o mercado encontra-se em forte expansão. Falando propriamente do Ceará, Camylla destaca que os seguintes fatores estratégicos ajudam a explicar o protagonismo do Estado nesse cenário:

  • Elevado potencial eólico e de alta qualidade;
  • Crescimento acelerado da geração solar, com a implantação de usinas em diversas regiões do estado;
  • Projetos de hidrogênio verde no Complexo Industrial e Portuário do Pecém;
  • Interesse de empresas internacionais na instalação de data centers e indústrias verdes, impulsionado pelo potencial de energia renovável.

Com um cenário fértil, há um crescimento considerável nas áreas de energias renováveis; armazenamento, mobilidade elétrica e baterias; hidrogênio verde e combustíveis de baixo carbono, além de infraestrutura energética e digitalização.

O Ceará, com o Hub de Hidrogênio Verde no Pecém, está gerando oportunidades em toda a cadeia: produção, indústria, logística, tecnologia e serviços especializados. “Isso impulsiona novos negócios, empregos qualificados e atração de investimentos bilionários. O Estado assume a liderança nacional no tema e ganha protagonismo internacional, com parcerias globais e foco em exportação. Com isso, o Ceará se posiciona como um hub estratégico da economia verde mundial”, salienta a docente.


“A Unifor se destaca por oferecer formações alinhadas às demandas do mercado e às tendências globais, promovendo uma integração consistente entre teoria e prática. (...) Inserida em um território estratégico para a transição energética, como o Ceará, a Universidade proporciona uma vivência conectada à realidade do setor, com oportunidades práticas atualizadas e em diálogo com grandes parceiros nacionais e internacionais.”Camylla Melo, coordenadora da Especialização em Gestão de Energias Renováveis

A docente pontua que o mercado de transição energética exige profissionais que integrem conhecimento técnico em energia, visão estratégica, ESG, regulação e negócios. “Para se destacar, é essencial buscar qualificações específicas, já que a área é técnica, dinâmica e global. As certificações mais valorizadas incluem ESG, energia renovável e finanças sustentáveis. Também ganham destaque formações em hidrogênio verde, baterias e descarbonização. O diferencial está na combinação dessas formações com visão prática e internacional”, afirma.

Na prática, o setor tem sido incentivado por investimentos públicos e privados. Camylla explica que os investimentos públicos criam incentivos, políticas e financiamento que reduzem riscos e viabilizam projetos de energia renováveis. Já os investimentos privados trazem escala, inovação e aceleram a implementação dessas soluções. “Juntos, eles tornam o setor mais atrativo e competitivo. Esse movimento impulsiona novos negócios, tecnologias e cadeias produtivas”, resume.

Fomento à internacionalização

Se, por um lado, transformar a matriz energética do mundo é essencial para enfrentar os desafios das mudanças climáticas e garantir um futuro mais sustentável, por outro, também representa uma grande oportunidade de desenvolvimento. “Ela impulsiona inovação tecnológica, cria novos mercados e gera empregos qualificados, ao mesmo tempo em que contribui para uma economia mais limpa e resiliente”, defende o professor do curso de Energias Renováveis, Paulo Henrique.

Como se trata de um setor global, o docente destaca que existem também oportunidades de internacionalização. “Projetos de energia e hidrogênio verde frequentemente envolvem cooperação entre países, empresas e centros de pesquisa, o que abre espaço para profissionais qualificados participarem de iniciativas e mercados internacionais”, informa Paulo Henrique.

A Europa, por exemplo, demonstra bastante interesse em realizar parcerias tecnológicas com o Brasil, dado nosso potencial renovável, haja vista inúmeros projetos de solução ambiental, energética e educacional que a Agência Alemã de Cooperação Técnica Internacional (GIZ) realiza aqui há vários anos.

“Também é possível citar os inúmeros Memorandos de Entendimento (MoU) firmados entre países europeus via Governo do Estado do Ceará. Para além da Europa, os continentes Asiático e Norte Americano (notadamente China e Estados Unidos) também buscam parcerias a fim de posicionamento estratégico no tabuleiro do xadrez global”, afirma Paulo Henrique.

O estímulo à internacionalização é frequente na Unifor, que recebe, até o dia 4 de maio, a exposição “Transição Energética – Energizando o Amanhã”. O evento é organizado pela Diretoria de Relações Internacionais (DRI) e pela Vice-Reitoria de Extensão e Comunidade Universitária (Virex), em parceria com o Consulado Geral da Alemanha para o Nordeste e a GIZ. 

A mostra, sediada no Centro de Convivência da Unifor, convida os visitantes a explorar o cenário dinâmico da transição energética global. A experiência ocorre por meio de cinco cubos interativos, que abordam os desafios e oportunidades da transição energética sob a perspectiva da ciência, da sociedade, da política e da economia.

Para Paulo Henrique, tanto o mercado nacional quanto o internacional buscam profissionais com formação sólida em engenharia, energia e tecnologia, mas também com capacidade de atuar de forma interdisciplinar.

“Competências em análise de dados, planejamento energético, sustentabilidade e inovação têm se tornado cada vez mais valorizadas. Desenvolver habilidade de comunicação em outras línguas, preferencialmente inglês também é um diferencial apreciado, haja vista que muitas empresas que atuam aqui no Brasil, são estrangeiras. Por isso, investir em qualificações específicas é fundamental”, alerta. A Unifor oferece uma formação completa na área.


“Um dos principais diferenciais [da Unifor] é a integração entre ensino, pesquisa e inovação. Os estudantes têm a oportunidade de participar de projetos que discutem temas atuais da transição energética, como energias renováveis e hidrogênio verde, aproximando-se de desafios reais do setor. Além disso, a Universidade busca desenvolver uma formação que combine base técnica sólida com visão estratégica e sustentabilidade, preparando profissionais capazes de contribuir de forma relevante para a transformação do setor energético”Paulo Henrique Pereira Silva, professor do curso de Energias Renováveis

 


Esta matéria está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), contribuindo para o alcance do ODS 4 – Educação de Qualidade, do ODS 7 – Energia Acessível e Limpa e do ODS 8 – Trabalho Decente e Crescimento Econômico.

A Universidade de Fortaleza, assim, reforça a importância da educação como base para o desenvolvimento social, do acesso a fontes de energia sustentáveis e do incentivo a práticas que promovam o crescimento econômico inclusivo e o trabalho digno.